- Buzinão promovido pelo PCP distrital e concelhia decorreu junto à ponte sobre o rio Tâmega, no Marco de Canaveses, ao final da tarde.
- Dezenas de automobilistas participaram para exigir a construção de uma nova travessia rodoviária.
- A ação ocorreu na hora de ponta, num cenário de congestionamento diário.
- Eduardo Silva afirmou que, em média, são quarenta e cinco minutos para chegar à ponte e atravessá-la.
- José Cardoso, de Cinfães, referiu que a chuva intensificou o pára-arranca; Francisco Coelho, do Marco de Canaveses, considerou o protesto desnecessário, dizendo que ninguém vai construir uma nova ponte.
O buzinão promovido pelas estruturas distrital e concelhia do PCP ocorreu nesta sexta-feira, no final da tarde, junto à ponte sobre o rio Tâmega, no Marco de Canaveses. A ação visou exigir a construção de uma nova travessia rodoviária na região. O protesto arrancou durante a hora de ponta, num cenário de congestionamento já crónico.
Dezenas de automobilistas participaram na iniciativa, que decorreu sob chuva. Os organizadores apontaram que o tráfego na ponte enfrenta atrasos diários, com relatos de condução lenta e paragens frequentes ao aproximar-se da travessia. O objetivo é pressionar as autoridades para acelerar o projeto da ponte.
Alguns participantes destacaram a importância de uma solução rápida para reduzir o tempo de atravessamento e melhorar a mobilidade local. Por outro lado, críticos do protesto afirmaram que a construção de uma nova ponte não é viável no momento e que as necessidades de investimento devem ser estudadas com base em planos públicos existentes.
Reações locais
Afirmam que a atual infraestrutura não atende aos fluxos de tráfego e que uma obra adicional poderia aliviar a congestionação na zona. A organização revelou que a ação seguiu-se a reconhecimentos prévios junto de autoridades locais e regionais, que ainda não apresentaram prazos para o projeto.
Alguns residentes de Marco de Canaveses salientaram a importância de equilibrar demandas com recursos disponíveis, destacando a necessidade de avaliações técnicas e de custos antes de avançar com soluções de grande envergadura.
As autoridades municipais não emitiram comentários oficiais no momento, mantenedores da ponte apontam para a complexidade de planeamento rodoviário na região e para a existência de planos de mobilidade já em consulta pública.
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