- O ministro da Segurança do México, Omar García Harfuch, afirmou que o cartel Jalisco Nueva Generación (JNG) tem até quatro potenciais sucessores de “El Mencho”, morto no fim de semana numa operação do Exército.
- Dois desses nomes são considerados os mais prováveis, segundo a autoridade, embora não haja detalhes adicionais.
- Entre os possíveis herdeiros está Juan Carlos Valencia González, conhecido como “El 03”, enteado de “El Mencho” e visto como herdeiro natural; as autoridades americanas oferecem cinco milhões de dólares pela sua captura.
- Outros potenciais concorrentes ao poder são Hugo Gonzalo Mendoza Gaytán, “El Sapo”; Audias Flores Silva, “El Jardinero”; Ricardo Ruiz Velasco, “Doble R”; e Heraclio Guerrero Martínez, “Tío Lako”.
- “El Mencho” tinha sessenta anos, era procurado com recompensa de um milhão de dólares pelos Estados Unidos, que o acusavam de liderar um “reinado de terror” ligado ao tráfico de fentanil e à expansão do cartel.
O governo mexicano afirma ter identificado até quatro potenciais sucessores de Ruben Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, morto no último fim de semana numa operação do exército. A notícia surgiu numa conferência de imprensa em Sinaloa, transmitida pela presidente Claudia Sheinbaum.
Segundo o ministro da Segurança, Omar García Harfuch, dois desses candidatos são considerados os mais prováveis, mas não foram detalhados nomes adicionais. A informação aponta para uma transição de poder dentro do cartel Jalisco Nueva Generacion (JNG) após o desaparecimento da liderança.
Entre os possíveis herdeiros, destacam-se o enteado de El Mencho, Juan Carlos Valencia González, conhecido como El 03, apontado como herdeiro natural pela linha familiar e pela capacidade operacional. Autoridades americanas ofereceram uma recompensa de cinco milhões de dólares pela sua captura.
Além dele, disputam o comando outros membros citados pela imprensa: Hugo Gonzalo Mendoza Gaytán, conhecido como El Sapo; Audias Flores Silva, chamado El Jardinero; Ricardo Ruiz Velasco, conhecido como Doble R; e Heraclio Guerrero Martínez, conhecido como Tío Lako. Todos são apontados como concorrentes no vácuo de liderança.
El Mencho, aos 59 anos, liderava uma das maiores organizações criminosas do México e recebia uma recompensa de um milhão de dólares pela sua captura pelas autoridades mexicanas. Washington também o acusava de liderar um reign de terror, com impactos significativos no tráfico de fentanil para os EUA, com até 15 milhões de dólares em recompensa por informações que levassem à sua detenção ou condenação.
Sob o comando de El Mencho, o cartel ampliou a presença no México e reforçou as rotas de tráfico de droga, incluindo fentanil, para os Estados Unidos. As autoridades continuam a monitorizar desdobramentos da sucessão e eventuais ondas de violência associadas ao vazio de liderança.
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