- Este ano, o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) prevê 15.064 operacionais, 2.576 equipas, 3.438 viaturas e 76 meios aéreos no período de maior empenho, entre 1 de julho e 30 de setembro (nível Delta).
- Os operacionais envolvem bombeiros voluntários, Força Especial de Proteção Civil, Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da Guarda Nacional Republicana, Forças Armadas, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (sapadores florestais) e trabalhadores da empresa AFOCELCA; no total incluem 11.409 bombeiros das associações humanitárias com capacidade de mobilizar até 21.623 operacionais.
- O primeiro reforço de meios está previsto entre 15 e 31 de maio, com 11.851 elementos, 2.017 equipas, 2.576 viaturas e 37 meios aéreos.
- O DECIR prevê ainda um reforço de meios a 1 de junho e novo aumento a 1 de julho, altura em que a capacidade de resposta fica no máximo.
- Os 76 meios aéreos de combate e vigilância devem estar disponíveis de 1 de junho a 30 de setembro e incluem helicópteros e aviões de diferentes categorias, bem como aeronaves não tripuladas; os meios podem ser ajustados conforme o risco de incêndio rural.
Mais de 15 mil operacionais e 76 meios aéreos estão previstos para o combate aos incêndios rurais este ano, com maior intensidade entre julho e setembro. A Direção Operacional Nacional (DON) define o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) e foi aprovada nesta sexta-feira pela Comissão Nacional de Proteção Civil, presidida pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves.
O dispositivo terrestre contempla 15.064 operacionais, 2.576 equipas, 3.438 viaturas e 76 meios aéreos no período de maior empenhamento, designado “nível Delta”. O reforço mais significativo concentra-se em 50 máquinas de rastos, com 24 operacionais a mais que em 2025.
No ano anterior, registaram-se 15.024 operacionais, 2.567 equipas, 3.411 viaturas e 26 máquinas de rasto, com os meios aéreos a não ultrapassarem os 71 em alguns momentos, devido a avarias. O DECIR define meios permanentes e mobilizáveis em 24 horas conforme necessário.
Componentes e composição do DECIR
Os operacionais envolvem bombeiros voluntários, forças de proteção civil, UEPS da GNR, Forças Armadas, INCF, sapadores florestais e trabalhadores da empresa AFOCELCA. Estima-se que 11.409 bombeiros voluntários integrem o dispositivo, com capacidade de mobilizar até 21.623 operacionais.
O primeiro reforço de meios está previsto para 15 de maio e prolonga-se até 31 de maio, com 11.851 elementos, 2.017 equipas, 2.576 viaturas e 37 meios aéreos. Reforços adicionais estão programados para 1 de junho e 1 de julho, mantendo-se o DECIR na máxima capacidade em julho.
Meios aéreos e flexibilidade operacional
Entre 1 de junho e 30 de setembro estarão disponíveis 76 meios aéreos de combate e vigilância, distribuidos por helicópteros bombardeiros, aviões bombardeiros, bem como aeronaves de reconhecimento e coordenação, incluindo sistemas de aeronaves não tripuladas. Podem ser ajustados conforme o risco de incêndio rural.
A DON sublinha que a lista de meios para cada período pode ser alterada conforme alterações significativas do risco. O DECIR fixa a organização, a cooperação entre forças e a gestão integrada dos meios.
A diretiva que estabelece o DECIR será apresentada na segunda-feira pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo. O objetivo é assegurar uma resposta coordenada e eficaz no terreno.
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