- Decenas de pessoas manifestaram-se esta sexta-feira no Funchal, em frente à Quinta Vigia, numa acção silenciosa, a exigir habitação acessível.
- Em cartazes, os participantes pediram que habitação seja um direito de todos os madeirenses e que se cumpra o artigo 65 da Constituição da República Portuguesa.
- Entre os relatos está o de uma mãe vítima de violência doméstica, que disse ter sido colocada numa pensão para si e para o filho de dez anos, criticando a falta de apoios.
- A mulher disse que recebe 600 ewuros e que a Segurança Social afirmou que era mais do que suficiente para a sobrevivência deles.
- Os manifestantes exigem que fogos públicos vazios sejam disponibilizados às famílias necessitadas e que as listas de atribuição de habitação sejam investigadas e respeitadas.
Dezenas de pessoas realizaram uma manifestação silenciosa no Funchal, nesta sexta-feira, em frente à Quinta Vigia, para exigir habitação acessível e condições dignas. O protesto foi organizado de forma pacífica e teve como objetivo chamar a atenção para a falta de apoios e de resposta governamental.
Os manifestantes expuseram cartazes com mensagens a defender o direito à habitação e a apontar o incumprimento de dispositivos constitucionais. A ação teve como foco a necessidade de políticas que garantam uma habitação condigna para todos os residentes da região.
Entre os relatos que circulam entre os participantes está o caso de uma mãe que vive com o filho de dez anos, ambos vítimas de violência doméstica. Segundo os relatos, foram afastados para uma pensão e enfrentam dificuldades económicas, com a Segurança Social a considerar o rendimento atual suficiente para a subsistência.
Os participantes defendem a utilização de fogos públicos vazios para famílias necessitadas e pedem uma fiscalização contínua das listas de atribuição de habitação, com o objetivo de assegurar o respeito pelos critérios e chegar a quem realmente precisa.
Vozes e consequências sociais
O movimento denuncia a falta de resposta governamental às situações de vulnerabilidade, destacando a necessidade de apoios mais robustos para famílias que enfrentam riscos e instabilidade habitacional. Os organizadores apelam a uma intervenção imediata para reduzir o número de pessoas em situação precária na região.
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