- A última família desalojada por derrocada em S. Martinho de Crasto, Ponte da Barca, já pode regressar à habitação em segurança, com circulação limitada a peões no local.
- A autorização foi dada na quinta-feira por uma comissão técnica da Câmara Municipal de Ponte da Barca, quase três semanas após o incidente na encosta do Romeu.
- Vinte pessoas foram retiradas por precaução e ficaram alojadas junto de familiares, voltando progressivamente ao longo dos dias seguintes.
- Um casal octogenário, a filha, o genro e dois netos, proprietários de uma casa de paredes cor de rosa na mesma herdade, podem regressar, também com passagem restrita a peões.
- Em Vila Nova de Muía, outra derrocada deixou duas pessoas desalojadas e ainda sem possibilidade de regresso, devido ao risco de novos deslizamentos após a queda de um muro.
O último agregado desalojado pela derrocada em S. Martinho de Crasto, Ponte da Barca, pode regressar à habitação com segurança. A autorização foi dada por uma comissão técnica da Câmara Municipal, na quinta-feira, quase três semanas depois do evento.
A enxurrada de terra, pedras e água destruiu uma casa e abriu uma fenda enorme na encosta do Romeu. Vinte pessoas foram retiradas de forma preventiva e ficaram alojadas em casa de familiares, nos dias seguintes.
Um casal octogenário, a filha e o genro com dois netos mantinham-se ainda fora da residência afetada, numa casa vizinha que ficou intacta, dentro da mesma propriedade. Agora receberam indicação para regressar, com circulação limitada a peões.
Vila Nova de Muía
Em Vila Nova de Muía, duas pessoas desalojadas devido a outra derrocada ainda não puderam regressar às suas habitações. Foram retiradas pela Proteção Civil após queda de muro, que deixou a área em risco de novos deslizamentos.
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