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Desalojados por derrocada em S. Martinho de Crasto já podem regressar a casa

Última família desalojada por derrocada em S. Martinho de Crasto pode regressar, com circulação pedonal limitada; outros desalojados em Vila Nova de Muía ainda não podem regressar

Local onde ocorreu um aluimento de terras no dia 10 de fevereiro
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  • A última família desalojada por derrocada em S. Martinho de Crasto, Ponte da Barca, já pode regressar à habitação em segurança, com circulação limitada a peões no local.
  • A autorização foi dada na quinta-feira por uma comissão técnica da Câmara Municipal de Ponte da Barca, quase três semanas após o incidente na encosta do Romeu.
  • Vinte pessoas foram retiradas por precaução e ficaram alojadas junto de familiares, voltando progressivamente ao longo dos dias seguintes.
  • Um casal octogenário, a filha, o genro e dois netos, proprietários de uma casa de paredes cor de rosa na mesma herdade, podem regressar, também com passagem restrita a peões.
  • Em Vila Nova de Muía, outra derrocada deixou duas pessoas desalojadas e ainda sem possibilidade de regresso, devido ao risco de novos deslizamentos após a queda de um muro.

O último agregado desalojado pela derrocada em S. Martinho de Crasto, Ponte da Barca, pode regressar à habitação com segurança. A autorização foi dada por uma comissão técnica da Câmara Municipal, na quinta-feira, quase três semanas depois do evento.

A enxurrada de terra, pedras e água destruiu uma casa e abriu uma fenda enorme na encosta do Romeu. Vinte pessoas foram retiradas de forma preventiva e ficaram alojadas em casa de familiares, nos dias seguintes.

Um casal octogenário, a filha e o genro com dois netos mantinham-se ainda fora da residência afetada, numa casa vizinha que ficou intacta, dentro da mesma propriedade. Agora receberam indicação para regressar, com circulação limitada a peões.

Vila Nova de Muía

Em Vila Nova de Muía, duas pessoas desalojadas devido a outra derrocada ainda não puderam regressar às suas habitações. Foram retiradas pela Proteção Civil após queda de muro, que deixou a área em risco de novos deslizamentos.

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