- L’Attachement, de Carine Tardieu, ganhou três Césares, incluindo o de melhor filme, além de melhor adaptação e melhor actriz secundária (Vimala Pons).
- Richard Linklater venceu o prémio de melhor realização com Nouvelle Vague, homenagem a Jean-Luc Godard.
- Batalha Atrás de Batalha, de Paul Thomas Anderson, venceu o prémio de melhor filme estrangeiro.
- A cerimónia abriu com o César honorário a Jim Carrey; foram feitas menções a Frederick Wiseman e Brigitte Bardot.
- Além dos grandes prémios, foram premiados outros títulos como Le Chant Des Forêts (documentário) e várias categorias técnicas na mesma noite.
L’Attachement, de Carine Tardieu, foi o grande destaque dos Césares 2026, levando três prémios. O filme venceu o prémio de melhor filme na cerimónia realizada no Olympia, em Paris. A obra aborda os laços familiares sem recorrer às convenções sociais.
Nouvelle Vague, de Richard Linklater, esteve entre os mais premiados da noite, levando várias distinções numa homenagem a Jean-Luc Godard. O longa celebra o cinema francês e a modernidade do movimento que influenciou a indústria.
L’Attachement recebeu ainda o galardão de melhor adaptação, baseado no romance L’Intimité, de Alice Ferney, e o prémio de melhor actriz secundária para Vimala Pons. Carine Tardieu destacou o tema dos vínculos que unem as pessoas.
Richard Linklater conquistou o prémio de melhor realização com Nouvelle Vague, que recria a rodagem de O Acossado. O filme é uma homenagem ao cinema francês e salienta a influência de Godard na narrativa contemporânea.
Nouvelle Vague foi também premiado pela montagem, fotografia e guarda-roupa, consolidando-se como um dos títulos mais reconhecidos da noite. A produção é uma co‑produção franco‑norte‑americana.
Na cerimónia, o César honorário foi atribuído a Jim Carrey, ator conhecido por Ace Ventura e The Truman Show. A passadeira de abertura destacou ainda Frederick Wiseman, falecido recentemente, e Brigitte Bardot, alvo de vaias durante um tributo.
Golshifteh Farahani entregou o prémio de melhor argumento, evocando o seu país de origem. A atriz referiu denúncias sobre censura e repressão, citando casos de cineastas iranianos como Jafar Panahi.
A cerimónia refletiu ainda resumos de reconhecimento a outros filmes, com prémios para documentários e curtas. A lista contempla obras premiadas em várias categorias técnicas e de ficção.
Entre os vencedores, Laurant Lafitte levou o prémio de melhor actor por La Femme La Plus Riche Du Monde, de Thierry Klifa. Léa Drucker recebeu o César de melhor actriz pelo papel em Dossier 137, de Dominik Moll.
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