- A GNR constituiu arguido um areeiro por desrespeitar uma decisão administrativa de suspensão imediata de escavação e extração de inertes em Vagos, distrito de Aveiro.
- O terreno já terá permitido retirar cerca de 140.000 metros cúbicos de areia, num valor estimado de aproximadamente 4,9 milhões de euros.
- Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca no concelho de Vagos, relacionados com o incumprimento da suspensão de trabalhos.
- Durante as diligências, foram apreendidas duas máquinas industriais (uma delas uma escavadora/giratória), oito câmaras de videovigilância e 85 metros de cabo de rede.
- Foram elaborados autos de contraordenação por infrações ambientais e por infrações associadas ao sistema de videovigilância em funcionamento no terreno.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um areeiro por desrespeito a uma suspensão imediata de escavação e extração de inertes num terreno em Vagos, Aveiro. A decisão administrativa em vigor foi violada, segundo a GNR, que divulgou o facto na sexta-feira.
Segundo o SEPNA, dois mandados de busca foram executados na segunda-feira no concelho de Vagos, no âmbito de incumprimento da suspensão. Os trabalhos incluíam desflorestação, alteração da morfologia do solo e destruição de revestimento vegetal.
A GNR estima que cerca de 140.000 m3 de inertes, principalmente areia, já tenham sido retirados, num valor aproximado de 4,9 milhões de euros. O areeiro ficou com autos de contraordenação ambientais.
Diligências no terreno
Durante as diligências, foi apreendida uma máquina industrial, outra máquina tipo escavadora/giratória, oito câmaras de CCTV e 85 metros de cabo de rede. As ações resultaram ainda na lavratura de autos por infrações ambientais e por irregularidades associadas à videovigilância instalada no local.
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