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A1 reaberta ao trânsito em toda a extensão

A1 reaberta na totalidade após verificação do LNEC e do IMT; vias restabelecidas após o colapso de fevereiro, devido a água extraordinária e ruptura de dique

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  • A circulação na A1 ficou reaberta na totalidade esta sexta-feira, após verificação do LNEC e do IMT.
  • As entidades confirmaram que as condições da infraestrutura foram repostas anteriores ao acidente que provocou o colapso do encontro Norte com o viaduto de Casais, em Coimbra.
  • A erosão do aterro deveu-se a um caudal de água extraordinário após o rebentamento do dique junto ao viaduto de Casais, resultado do limite atingido na barragem de Mortágua e de descargas controladas durante dias de tempestades.
  • O troço da A1 entre os quilómetros 189 e 198 foi encerrado às 18h, com percursos alternativos definidos; o colapso ocorreu às 23h, sem risco para a estrutura.
  • O Governo destacou que as descargas ocorreram devido às intempéries que afetaram o país.

A circulação na A1 foi reposta na totalidade nesta sexta-feira, após a confirmação de segurança pelo Laboratório de Engenharia Civil (LNEC) e pelo Instituto de Mobilidade Terrestre (IMT). O Ministério das Infraestruturas e Habitação já tinha informado sobre a verificação das condições da via.

O LNEC e o IMT concluíram os trabalhos de verificação da intervenção efetuada no quilómetro 191, na zona do viaduto de Casais, em Coimbra. A autoridade tutelante ressalvou que as condições da infraestrutura voltaram a corresponder às anteriores ao acidente que provocou o colapso do encontro Norte com o viaduto e o abatimento da plataforma no dia 11 de fevereiro.

A erosão do aterro resulta de um caudal de água extraordinário no local, após o rebentamento do dique junto ao viaduto de Casais. Esta situação surgiu no contexto do nível atingido na barragem de Mortágua e das descargas controladas necessárias durante uma vaga de tempestades que afetou Portugal.

Após o rebentamento, as entidades competentes fecharam o troço da A1 entre os quilómetros 189 e 198 pelas 18h, com percursos alternativos definidos. O colapso do aterro ocorreu pelas 23h, mais de cinco horas depois da decisão de encerrar a passagem, sem que houvesse qualquer risco para a estrutura do viaduto.

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