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A1 em Coimbra reaberta após luz verde do LNEC e IMT

Circulação na A1 reposta hoje, em Coimbra, após verificação de segurança pelo LNEC e IMT, com obras junto ao viaduto de Casais concluídas

Obras de reparação junto ao troço da A1 que colapsou devido ao rebentamento do dique sob o viaduto de casais
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  • A circulação na A1 será reposta hoje na totalidade, após confirmação de segurança pelo Laboratório de Engenharia Civil (LNEC) e pelo Instituto de Mobilidade Terrestre (IMT).
  • As entidades concluíram a verificação da intervenção junto ao quilómetro 191 da A1, na zona do viaduto de Casais, em Coimbra, após o colapso ocorrido no dia 11 de Fevereiro.
  • O incidente resultou da erosão de um aterro provocado pelo caudal de água extraordinário, decorrente do rebentamento do dique sob o viaduto de Casais, associada a descargas controladas durante tempestades.
  • O troço entre os quilómetros 189 e 198 ficou encerrado às 18h de forma segura e preventiva; a circulação foi restabelecida em segurança, com alterações de itinerário já definidas.
  • Em quinze dias, a Brisa depositou nove mil toneladas de material pétreo para reparaçao, com apoio de dezenas de camiões e operacionais, num esforço que contou com mais de dois mil operacionais da Infraestruturas de Portugal desde 28 de janeiro.

A circulação na A1 será reposta hoje, após confirmar as condições de segurança pelo LNEC e pelo IMT, segundo o Ministério das Infraestruturas e Habitação. O anúncio foi feito em comunicado publicado nesta sexta-feira.

O colapso ocorreu devido à erosão do aterro após o rebentamento do dique sob o viaduto de Casais, na região de Coimbra. A interrupção afetou o encontro norte com o viaduto e a plataforma adjacente no dia 11 de Fevereiro.

A decisão de encerrar o troço entre os quilómetros 189 e 198 ocorreu às 18h, em segurança. Percursos alternativos foram definidos e mantidos enquanto as obras eram planificadas.

Obras e reposição

Em 15 dias, a Brisa depositou 9 mil toneladas de material pétreo para restabelecer a circulação, com dezenas de camiões e operacionais a trabalhar 24/7. A intervenção ocorreu de forma imediata após o rebentamento.

Desde 28 de Janeiro, a Infraestruturas de Portugal mobilizou mais de dois mil operacionais e centenas de meios, a Norte e Sul, para repor as condições de circulação e assegurar o serviço público. Em paralelo, houve numerosas ocorrências reportadas na rodovia.

Os casos de maior gravidade, que exigiram cortes totais, chegaram a mais de 70 vias, mas esse número foi reduzido ao longo dos dias. A tutela destaca a melhoria progressiva das condições de circulação ao longo do processo.

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