- No dia 14 de fevereiro, um avião da Força Aérea Portuguesa sobrevoou as regiões afetadas durante as tempestades de janeiro e fevereiro, para registar imagens e avaliar os estragos.
- O C-295M, com capacidade autónoma de registo de imagem, levantou dados para delimitar áreas afetadas e apoiar a classificação de imagens de satélite.
- As zonas monitorizadas incluíram Leiria, a zona oeste da Beira Baixa, a zona sul de Coimbra e a zona norte do Oeste e do Médio Tejo.
- O objetivo é caracterizar danos no edificado, estimar o volume de madeira e o aumento do risco de incêndio, contribuindo para o planeamento de intervenções.
- A iniciativa integra o Sistema de Gestão Integrado de Fogos Florestais (SGIFR), com representantes da AGIF, ICNF, ANEPC, Fileiras Pinho e Eucalipto, liderados pelo presidente da Estrutura de Missão para recuperação do Centro, Paulo Fernandes.
Durante três horas de voo no dia 14 de Fevereiro, um avião C-295M da Força Aérea Portuguesa sobrevoou as zonas afetadas pelas tempestades de Janeiro e Fevereiro, captando imagens para avaliação expedita dos danos. O objetivo foi delinear áreas de interesse e apoiar a interpretação de dados de satélite e outros registos a recolher nos próximos dias.
A missão, integrada no Sistema de Gestão Integrado de Fogos Florestais, reuniu representantes da AGIF, ICNF, ANEPC e Fileiras Pinho e Eucalipto, numa comitiva liderada por Paulo Fernandes, presidente da Estrutura de Missão para recuperação do Centro. As informações deverão orientar ações de mitigação.
Segundo o comunicado da Força Aérea, a recolha de imagens permitirá identificar áreas com maior dano, distinguir árvores tombadas e mapear o impacto no edificado, bem como avaliar o volume de madeira e o risco de incêndio nas zonas de maior biomassa.
As zonas monitorizadas concentraram-se na sub-região de Leiria, na zona oeste da Beira Baixa, na zona sul de Coimbra e na zona norte do Oeste e do Médio Tejo, com o objetivo de caracterizar os danos e apoiar decisões de intervenção.
O relatório resultante deverá contribuir para o planeamento estratégico, a classificação de imagens de satélite e a definição de prioridades de atuação que minimizem prejuízos económicos, ambientais e sociais, explica a nota oficial.
Entre na conversa da comunidade