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Tribunal grego condena quatro pessoas por escutas ilegais

Tribunal de Atenas condena quatro arguidos, incluindo ex-militar israelita, a oito anos por espionagem com o Predator; ficam em liberdade até recurso

Tribunal
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  • O Tribunal Criminal de Atenas condenou oito anos de prisão a quatro arguidos, incluindo Tal Dilian, ex-soldado israelita e fundador da Intellexa, pela prática de escutas ilegais.
  • Dois israelitas e dois gregos foram considerados culpados de violação do sigilo das comunicações, entre outros crimes, estando ausentes no momento da leitura da sentença.
  • Os arguidos foram ainda responsabilizados por interferência reiterada num sistema de arquivo de dados pessoais e por acesso ilegal a sistemas de informação.
  • Advogados de defesa já anunciaram recurso, e o juiz determinou que os condenados permaneçam em liberdade até ao julgamento do recurso.
  • O Predator, programa utilizado para espiar telemóveis, foi alegadamente usado para vigiar noventa pessoas, entre políticos, jornalistas, empresários e militares de alta patente.

O Tribunal Criminal de Atenas condenou hoje quatro indivíduos a oito anos de prisão num caso de escutas telefónicas ilegais. Entre os condenados está Tal Dilian, ex-soldado israelita e fundador da Intellexa, empresa associada ao programa Predator. Dois israelitas e dois gregos foram considerados culpados de violação do sigilo das comunicações, entre outros crimes. Os arguidos estavam ausentes na leitura da sentença.

Foram ainda julgados responsáveis pela interferência reiterada num sistema de arquivo de dados pessoais e pelo acesso ilegal a sistemas de informação. O juiz determinou que os condenados permaneçam em liberdade até ao julgamento de eventual recurso por parte das defesas.

Outros dados indicam que o Predator, software capaz de aceder a mensagens, fotos e microfones, foi utilizado para espiar 90 pessoas, incluindo políticos e jornalistas. O caso ganhou notoriedade em 2022, com o revelations de escutas de Thanassis Koukakis e a tentativa de infiltração de Nikos Androulakis.

Contexto do caso

Em 2023, a Intellexa ficou na lista de sanções norte-americanas, impedindo transações com entidades dos EUA. O Glissante Predator também levou a desabamentos políticos em Atenas, com demissões de colaboradores próximos do Governo. Em julho de 2024, o Supremo revelou a ilibação de serviços de informação e de figuras políticas, provocando reação de vítimas e de organizações de direitos humanos.

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