- A AMT anunciou, logo a seguir ao acidente do Elevador da Glória, a publicação de um relatório, mas o documento nunca foi elaborado.
- Segundo o jornal Público, a AMT afirma ter ficado “esclarecida” sobre as causas da tragédia com base nas conclusões do GPIAAF, sem ter feito análise ao caso.
- O relatório preliminar do GPIAAF aponta problemas no cabo que segurava as cabinas, bem como falhas na manutenção e na supervisão.
- A tragédia vitimou 16 pessoas e feriu 22.
O relatório sobre o Elevador da Glória nunca saiu da gaveta, segundo a informação divulgada pela AMT. A concessionária anunciou a publicação do documento logo após a tragédia, mas o relatório não foi elaborado.
De acordo com o diário Público, a AMT afirma ter ficado esclarecida sobre as causas da queda através de conclusões do GPIAAF, sem ter realizado uma análise oficial do caso. A autoridade sustenta que o documento não foi concluído.
O relatório preliminar do GPIAAF aponta vulnerabilidades no cabo que segurava as cabinas, bem como falhas de manutenção e de supervisão. A evolução das informações permanece sem confirmação oficial.
Situação do relatório
A AMT não chegou a confirmar a elaboração de um relatório final sobre o incidente que vitimou 16 pessoas e feriu 22, ocorrida no Elevador da Glória. A ausência do documento mantém a narrativa ainda sem conclusão formal.
Fontes próximas citam que o GPIAAF já tinha elaborado um parecer preliminar, mas este não foi incorporado numa investigação oficial pela AMT. A autoridade mantém uma posição de neutralidade quanto aos próximos passos.
A falta de publicação do relatório gera dúvidas sobre as responsabilidades e eventuais medidas preventivas futuras. A notícia foi veiculada pelo Público, que destacou a lacuna entre a comunicação da AMT e a produção de documentação técnica.
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