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Porto desenvolve projeto para acelerar rastreio do cancro do colo do útero

Investigação com inteligência artificial e impressão 3D acelera rastreio do cancro do colo do útero, com publicação na Nature

Investigação automatiza amostras recolhidas através do teste de Papanicolau
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  • Uma equipa internacional de cientistas, incluindo Fernando Schmitt da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, desenvolveu um método automático para o rastreio do cancro do colo do útero usando inteligência artificial e tecnologia 3D.
  • O novo método automatiza as amostras recolhidas através do teste de Papanicolau para detetar células anómalas.
  • A investigação foi publicada na revista Nature.
  • A abordagem é apresentada como uma evolução tecnológica na citologia cervical e no diagnóstico do cancro do colo do útero.

Uma equipa internacional de cientistas, entre os quais Fernando Schmitt, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), desenvolveu um método automático para o rastreio do cancro do colo do útero. A investigação foi publicada na revista Nature.

O novo sistema recorre a inteligência artificial e a tecnologia 3D para melhorar a deteção de células anómalas, aumentando a eficiência do diagnóstico. O foco está numa abordagem mais tecnológica da citologia cervical, tradicionalmente associada ao teste de Papanicolau.

Como funciona

Trata-se de automatizar a análise de amostras recolhidas através do teste de Papanicolau, com o objetivo de acelerar o rastreio e reduzir o erro humano. A equipa destaca potencial melhoria nos resultados de deteção precoce do cancro do colo do útero.

A investigação, desenvolvida em parte no Porto, pretende oferecer uma ferramenta que complemente as práticas clínicas atuais. Os promotores afirmam que a solução pode facilitar o trabalho dos laboratórios e apoiar decisões médicas com base em dados mais consistentes.

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