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Odemira estima prejuízos de 80 milhões de euros e solicita estado de calamidade

Odemira estima prejuízos superiores a 80 milhões de euros e solicita inclusão na calamidade, com danos em infraestruturas, rede rodoviária e canal de água que afeta 30 mil pessoas

Cheias causaram estragos em vários zonas do país
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  • O presidente da Câmara de Odemira, Hélder Guerreiro, estima prejuízos superiores a 80 milhões de euros e defende a inclusão do município na situação de calamidade.
  • O valor, apurado por uma Equipa de Missão com juntas de freguesia e setor privado, dedica-se ao setor agrícola (30 milhões) e a infraestruturas municipais e ribeirinhas (35 milhões).
  • A rede rodoviária nacional que atravessa o concelho sofreu perto de 10 milhões de euros em prejuízos, com duas estradas cortadas e quatro com fortes constrangimentos; uma via liga Odemira a Monchique.
  • O canal condutor geral, que liga a albufeira de Santa Clara às estações de tratamento de água, também registou danos relevantes e ficou obstruído durante mais de uma semana.
  • Odemira esteve sobre o Plano Municipal de Emergência entre os dias 4 e 20 do mês; o autarca já solicitou a calamidade há cerca de uma semana e meia, sem resposta, e há perto de 20 deslocados e duas pessoas desalojadas.

Odemira estima prejuízos superiores a 80 milhões de euros devido ao mau tempo, com impactos em infraestruturas municipais, nacionais e no setor agrícola. O pedido de inclusão na situação de calamidade foi reafirmado pelo presidente da Câmara.

A equipa de Missão, criada recentemente, apurou os números em parceria com juntas de freguesia, setor privado e outros agentes. O montante inclui 30 milhões de euros no setor agrícola e 35 milhões em infraestruturas municipais.

Estradas, pavilhões e infraestruturas ribeirinhas associadas ao rio Mira, bem como os portinhos de pesca, integram o total de perdas estimadas. A rede rodoviária nacional no concelho ficou com prejuízos próximos de 10 milhões.

Durante o mês, Odemira teve o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil ativo entre os dias 4 e 20. Duas estradas nacionais estão cortadas e quatro vias municipais apresentam constrangimentos graves.

Uma via municipal liga Odemira a Monchique e continua interrompida, com restrições significativas de circulação. Há ainda vias com encerramento temporário em várias zonas do concelho.

A avaliação da rede de água é crítica: o canal condutor geral, que liga a albufeira de Santa Clara às ETAs, sofreu danos consideráveis e ficou obstruído por mais de uma semana. Ainda não se know a dimensão total.

Para 30 mil habitantes e para a atividade agrícola que gera mais de 300 milhões de euros em exportações anuais, o estado da infraestrutura hídrica é determinante. Mais de 20 pessoas permanecem deslocadas no concelho.

O autarca afirmou que o município ainda não foi incluído na lista de calamidade. Reforçou que já pediu a inclusão há cerca de uma semana e meia, sem resposta até ao momento.

Nacionalmente, 18 pessoas morreram devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. As regiões mais atingidas foram Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. A calamidade que abrangia 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro.

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