- A portaria entrou em vigor e alarga a obrigatoriedade de contactar a Linha SNS24 antes de aceder a todas as urgências de obstetrícia e ginecologia no país continental.
- A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que a Linha SNS24 está preparada para responder a todas as urgências de obstetrícia e ginecologia, com a preparação para pediatria prevista apenas para o segundo trimestre.
- A expansão à pediatria ainda não foi implementada, devido à necessidade de uma preparação adicional.
- Sobre os cirurgiões cardíacos, a ministra não se pronunciou, dizendo que a matéria é técnica e está a ser estudada pela direção executiva; o foco é assegurar redes de referência com tempos de resposta adequados.
- A última revisão das redes de cirurgia cardíaca e cardiotorácica ocorreu em 2023, com foco em garantir intervenções no tempo máximo de resposta.
A ministra da Saúde anunciou que a Linha SNS24 já está preparada para responder a todas as urgências de obstetrícia e ginecologia. O alargamento para o país inteiro foi feito este mês, após um período de preparação anterior. A medida entra em vigor por portaria publicada hoje.
A Linha SNS24 passa a orientar quem precisa de acesso a urgências de obstetrícia e ginecologia no SNS continental, com o objetivo de agilizar encaminhamentos e reduzir tempos de espera. A preparação ocorreu ao longo do primeiro semestre, com foco na coordenação entre serviços.
Ainda não há alargamento para a pediatria. Segundo a ministra, essa extensão ficará para depois do segundo trimestre, quando estiver adequada a estrutura de resposta para pediatria. O foco atual permanece na obstetrícia, com a garantia de resposta eficaz no setor.
Perspectiva sobre cirurgia cardíaca e redes de referência
A governante não comentou números sobre cirurgiões cardíacos inscritos na Ordem, remetendo a avaliação da direção executiva. O tema envolve também redes de referência que assegurem respostas rápidas, com a última revisão ocorrida em 2023.
Para a cirurgia cardíaca e cardiotorácica, o objetivo é assegurar que quem precisa de intervenção a tenha dentro do tempo máximo de resposta. A avaliação da capacidade de redes de referência está em curso, segundo a ministra.
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