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Cuba diz que grupo baleado em lancha planeava infiltração com fins terroristas

Cuba afirma que a lancha registada na Flórida, com dez cubanos, planeava infiltração com fins terroristas; tiroteio deixou quatro mortos e sete feridos

Foto: Adalberto Roque/AFP
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  • Cuba acusa que o barco registado na Florida, com dez cubanos a bordo, planeava infiltração para fins terroristas, após tiroteio com a guarda costeira cubana que resultou na morte de quatro pessoas.
  • Sete pessoas ficaram feridas, entre as quais o comandante da embarcação cubana, num confronto ocorrido em águas territoriais cubanas, junto ao canal El Pino, no Cayo Falcones, em Villa Clara.
  • A lancha rápida, registada na Flórida com o número FL7726SH, estava a transportar armas e explosivos artesanais, coletes à prova de balas e outros equipamentos.
  • O Estado cubano anunciou que dos dez ocupantes, diferentes indivíduos eram procurados em Cuba por suspeita de planearem atos terroristas; houve detenções associadas ao caso.
  • Washington e Moscovo reagiram: os Estados Unidos investigam de forma independente, enquanto a Rússia chamou o incidente de provocação agressiva; Cuba salvaguarda a sua soberania e rejeita agressões.

Cuba informou ter neutralizado uma lancha rápida registada na Flórida, EUA, que se aproximou da costa cubana com 10 ocupantes armados. Durante o incidente, a lancha abriu fogo contra uma guarnição da Guarda Costeira cubana, que respondeu. Quatro ocupantes morreram e sete ficaram feridos, incluindo o comandante da embarcação cubana.

Segundo o Ministério do Interior cubano, a lancha, registada com o número FL7726SH, transportava indivíduos que teriam planos de infiltração com fins terroristas. Foram apreendidas armas de fogo, explosivos artesanais, coletes à prova de bala e outros equipamentos.

A BBC informou que as autoridades cubanas identificaram alguns dos detidos como cidadãos cubanos residentes nos EUA, com antecedentes criminais em vários casos. Entre os mortos está Michel Ortega Casanova; há seis detidos cujos nomes foram divulgados pela reportagem.

Entre os detidos estão Amijail Sánchez González, Leordan Enrique Cruz Gómez, Conrado Galindo Sariol, José Manuel Rodríguez Castello, Cristian Ernesto Acosta Guevara e Roberto Azcorra Consuegra. Um sexto indivíduo foi detido em território cubano, Duniel Hernández Santos, que teria vindo dos EUA para receber os infiltrados.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba defender-se-á com determinação contra agressões terroristas. Em mensagens públicas, o chefe de Estado reiterou que o país não ataca nem ataca, mas que protege a soberania nacional.

Washington abriu uma investigação sobre o caso. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse que a lancha não transportava funcionários federais e que os factos serão verificados de forma independente. O procurador-geral da Flórida anunciou uma investigação integrada com parceiros federais e locais.

A Rússia descreveu o incidente como uma provocação agressiva dos EUA contra Cuba, destacando o objetivo de agravar a situação. O episódio ocorre num contexto de tensões entre os dois países, com Cuba sob pressão correspondente a ações de embargo e sanções.

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