- Três menores, de 14 e 15 anos, foram detidos por suspeitas de violar uma jovem de 16 anos em Valência no dia 10 de fevereiro, e de terem gravado e divulgado imagens do crime.
- A detenção ocorreu pela Brigada Provincial da Polícia Judiciária de Valência, após a denúncia feita pela família da vítima.
- No dia seguinte, os três foram apresentados a um juiz e libertados com medidas cautelares, incluindo liberdade supervisionada e ordens de restrição que impedem o contacto com a vítima.
- Os menores alegam que as relações sexuais ocorreram na casa de banho de um centro comercial e que foram consentidas; um deles admitiu ter mantido relação com a vítima, enquanto os outros dois dizem ter entrado na casa de banho, mas não se envolveram sexualmente.
- A vítima alegou que convidou um dos rapazes para se encontrar em frente à escola, tendo este chegado com dois amigos; na casa de banho do centro comercial, disseram que a vítima foi trancada e violada, enquanto os abusos eram filmados sem consentimento.
Três menores, com 14 e 15 anos, foram detidos em Valência por suspeitas de violação de uma jovem de 16 anos, ocorrida a 10 de fevereiro. A investigação envolve ainda a gravação e divulgação de imagens do alegado crime. A detenção ocorreu na segunda-feira pela Brigada Provincial da Polícia Judiciária de Valência.
Na terça-feira, sob ordens do Ministério Público da Infância e da Juventude, os jovens apresentaram-se perante um juiz. Foram libertados mediante medidas cautelares, nomeadamente liberdade supervisionada e ordens de restrição que impedem o contacto com a vítima.
Os arguidos alegam que as relações ocorreram na casa de banho de um centro comercial e que serão consentidas. Um admite relação com a vítima; os outros dois dizem ter entrado na casa de banho, sem envolvimento sexual.
Segundo a denúncia, a vítima combinou encontrar-se com um dos rapazes em frente da escola, acompanhado de dois amigos. Na casa de banho, a jovem afirma ter querido apenas estar com um deles; os menores trancaram as portas, despiram-na e praticaram a agressão, filmando sem consentimento.
A denúncia tornou-se pública depois de a administração da escola ter contactado a vítima ao tomar conhecimento da gravação da agressão. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.
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