- Um homem de 81 anos foi detido na Alemanha e colocado em prisão preventiva, suspeito de violar sexualmente e matar Amy Lopez, de 24 anos, em 1994, em Coblença.
- A identificação foi possível graças a um novo exame de ADN e à análise de vestígios recolhidos na altura, bem como das roupas da vítima.
- Uma equipa especializada em casos não resolvidos foi criada em agosto de 2025 pela Polícia de Coblença para reabrir investigações.
- O crime ocorreu entre as 9 e as 10 horas da manhã, quando a vítima seguia para a fortaleza Ehrenbreitstein; o corpo foi encontrado nu na parte inferior.
- O procurador mencionou duas circunstâncias agravantes: homicídio cometido por perfídia e com o objetivo de satisfazer impulsos sexuais; o homem já tinha condenação em 1999 por tentativa de agressão sexual a uma menor.
Um homem de 81 anos foi detido na Alemanha por suspeita de violação sexual e homicídio de uma turista americana ocorridos em 1994, no Oeste do país. A detenção ocorreu na residência do suspeito e ele permanece em prisão preventiva.
O Ministério Público de Coblença informou que, graças a um novo exame de marcas recolhidas na altura e à análise de roupas da vítima disponíveis, foi identificado um vestígio mínimo de ADN associado ao suspeito. A ligação foi fundamentada por análises modernas de ADN.
A equipa especializada em casos não resolvidos da Polícia de Coblença tem estado a trabalhar no caso desde agosto de 2025, consolidando informações antigas com técnicas atuais.
Amy Lopez, de 24 anos à época, viajou para a Europa em 1994 e terá cruzado caminhos com o agressor entre as 9h e as 10h, a caminho da fortaleza Ehrenbreitstein, segundo o procurador. O cadáver foi encontrado nu na parte inferior de uma zona onde a vítima estava.
Segundo o Ministério Público, foram mantidas duas circunstâncias agravantes: homicídio cometido por perfídia e homicídio com o objetivo de satisfazer impulsos sexuais. O suspeito já tinha uma condenação em 1999 por tentativa de agressão sexual a uma menor.
Avanços no caso
As autoridades destacam que o novo exame de ADN foi determinante para avançar a deterção do suspeito, após quase três décadas desde o crime. A investigação continua, com a procuradoria a indicar que mais detalhes poderão surgir conforme o caso evolui.
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