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Salários no topo do Banco de Portugal sobem, apesar de revisão do Governo

Comissão de vencimentos pediu estudos, ainda por divulgar; salários da cúpula do Banco de Portugal voltam a acompanhar a fórmula de há mais de duas décadas

Joaquim Miranda Sarmento e Álvaro Santos Pereira a 6 de Outubro do ano passado
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  • O governo tentou rever salários, mas os vencimentos no topo do Banco de Portugal continuam a subir ao ritmo da Função Pública.
  • O Ministério das Finanças convocou uma comissão de vencimentos para estudar os salários da autoridade monetária.
  • A comissão pediu estudos sobre remunerações dentro do Banco de Portugal, incluindo comparação com outros bancos centrais e com profissionais internos.
  • Os salários voltaram a seguir uma fórmula com mais de duas décadas de vigência.
  • A situação remete a um episódio anterior, quando Mário Centeno era governador e o governo quis reagir a polémicas com os consultores do supervisor, envolvendo tensão entre governador e ministro.

O Governo ordenou uma revisão aos vencimentos, mas os salários no topo do Banco de Portugal continuam a subir à boleia da Função Pública. A iniciativa visava entender as remunerações na autoridade e o seu alinhamento com o setor público.

Quem esteve envolvido: o Ministério das Finanças convocou uma comissão de vencimentos para investigar os recibos da autoridade, numa altura em que o ambiente entre o governador e o ministro era tenso pela polémica com os salários dos consultores do supervisor.

Quando e onde ocorreu: o esforço foi iniciado durante o mandato de Mário Centeno como governador, com a comissão a reunir no Banco de Portugal, em Portugal, e a pedir estudos sobre remunerações dentro da instituição, incluindo comparação com outros bancos centrais e com profissionais internos.

Contexto e desdobramentos: a comissão solicitou estudos que ainda não foram divulgados. Enquanto isso, as remunerações da direção e de altos quadros voltaram a acompanhar a progressão normativa da Função Pública, deixando pendente a análise pedida pelos técnicos.

Resumo: o episódio documenta uma tentativa de escrutínio das remunerações do Banco de Portugal, cuja implementação restante depende da divulgação dos estudos pedidos pela comissão.

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