- O Núcleo de Investigação Criminal de Felgueiras desmantelou uma rede de droga no Grande Porto, após cerca de dois anos de investigação, com 22 buscas realizadas na terça-feira.
- Foram efetuadas 20 buscas domiciliárias, uma num estabelecimento de restauração e outra num armazém, envolvendo 14 detidos entre 22 e 41 anos (12 homens e 2 mulheres).
- Em vários concelhos do Grande Porto e em Famalicão foram apreendidos cerca de 12 mil euros, nove mil doses de drogas, cinco armas de fogo, uma arma de alarme, 15 balanças de precisão e quatro viaturas.
- Também foi apreendido diverso material relacionado com o corte, embalagem e dosagem do estupefaciente; as buscas decorreram sem incidentes, segundo o capitão Pedro Ribeiro (GNR de Felgueiras).
- Além dos 14 detidos, foram constituídos arguídos um homem e três mulheres (25 a 56 anos) por posse de droga; cinco dos detidos ficaram em prisão preventiva após terem sido presentes no Tribunal de Penafiel.
O Núcleo de Investigação Criminal de Felgueiras desmantelou uma rede de droga no Grande Porto. Foram realizadas 22 buscas, 20 domiciliárias, uma num restaurante e outra num armazém, resultando em 14 detidos. Entre eles, 12 homens e 2 mulheres, com idades entre 22 e 41 anos.
Os investigadores apreenderam cerca de 12 mil euros em dinheiro, nove mil doses de droga, cinco armas de fogo, uma arma de alarme, 15 balanças de precisão e quatro viaturas. Foram também apreendidos materiais ligados ao corte, embalagem e dosagem da droga. As buscas decorreram sem incidentes, segundo o capitão Pedro Ribeiro.
Detidos já tinham antecedentes por tráfico. Além dos 14 arguidos, foi constituído arguido um homem e três mulheres, entre 25 e 56 anos, por posse de droga. Os detidos foram apresentados ao Tribunal de Penafiel para aplicação de medidas de coação.
Detalhes da operação
A investigação, iniciada há cerca de dois anos, abrangeu vários concelhos do Grande Porto e Famalicão. A ação visou desarticular a rede e interromper a distribuição de droga na região.
Situação processual
Cinco dos 14 detidos ficaram em prisão preventiva. Os restantes aguardam definição de funções de coação no âmbito do processo. As autoridades mantêm o acompanhamento da situação e a continuação de diligências.
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