- A linha do Oeste ficará encerrada por pelo menos nove meses, conforme o porta-voz da Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste, Rui Raposo.
- A CP aproveita a paragem para poupar o material circulante que está escasso.
- A Infraestruturas de Portugal fica com a linha livre para as obras que acumulam anos de atrasos.
- A decisão tem impacto na mobilidade regional, sem um plano de mobilidade rodoviária substituta já preparado.
- O episódio aborda ainda a falta de PDA’s na linha do Vouga e pontos sobre a aposta da Medway em França, bem como a parceria entre Stadler e Critical Software.
A linha do Oeste fica encerrada por nove meses, interrompendo o serviço que liga Lisboa às Caldas da Rainha, Figueira da Foz e Coimbra. A CP suspend eu os comboios durante esse período, sem um plano de mobilidade rodoviária substituta já definido.
A decisão permite poupar o material circulante da CP, que se encontra escasso, enquanto a Infraestruturas de Portugal fica com a linha disponível para obras com anos de atraso. O objetivo é acelerar intervenções programadas na via e na infrastructure associada.
O porta-voz da Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste, Rui Raposo, reagiu ao anúncio, descrevendo a medida como uma janela para avançar com renovações imprescindíveis à linha. A opinião pública tem acompanhado o impacto na mobilidade regional.
Entre outros temas do episódio, são abordados problemas de PDA na linha do Vouga, a aposta da Medway em França e a parceria entre Stadler e Critical Software, com análise de cenários e impactos para o transporte ferroviário nacional.
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