- Francisco Laranjo é apresentado como artista inquieto na notícia.
- A exposição “Porto, Dresden, Nagasaki” encontra-se patente na Casa Comum.
- A Universidade do Porto reuniu entrevistas de artistas plásticos no volume “Sempre o invisível”.
- O livro junta conversas com artistas plásticos ligadas ao tema da exposição.
Francisco Laranjo é apresentado como um artista inquieto, cuja prática abrange várias formas e leituras. Paralelamente, a exposição “Porto, Dresden, Nagasaki” está patente na Casa Comum, destacando a criação contemporânea em contexto de cidade portuguesa.
A notícia salienta a ligação entre o percurso do artista e as temáticas que surgem na mostra, sugerindo uma leitura sobre a relação entre território, memória e experiência estética. O destaque recai sobre a diversidade de abordagens presentes na exposição.
Além disso, a Universidade do Porto reuniu entrevistas de artistas plásticos, resultando no volume “Sempre o invisível”. O projeto agregador oferece uma visão de processos criativos e de perspetivas distintas no campo artístico.
Volume “Sempre o invisível”
O livro compilado pela comunidade académica procura contextualizar a produção plástica atual, reunindo relatos, métodos e inspirações de diversos criadores. A publicação é apresentada como complemento à divulgação da exposição na Casa Comum.
Os conteúdos reunidos focam-se naquilo que, muitas vezes, não é imediatamente visível na prática artística, oferecendo, assim, uma leitura complementar às obras em cartaz. A organização editorial indica um olhar transversal sobre a criação.
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