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Ex-combatente do Ultramar vive no carro há quatro meses após despejo em Lisboa

Ex-combatente do Ultramar vive há quatro meses no carro em Lisboa após despejo, enquanto entidades tentam encontrar resposta habitacional digna

Foto: Jaime Quintas viveu durante 50 anos no bairro Padre Cruz, em Lisboa, quando em novembro de 2025 elementos da Gebalis o obrigaram a sair da habitação.
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  • Jaime Quintas, ex-combatente do Ultramar, vive há cerca de quatro meses no carro depois de ter sido despejado da habitação no bairro Padre Cruz, em Lisboa.
  • Em novembro de 2025, elementos da Gebalis forçaram-no a sair da casa onde residia há 50 anos.
  • Ganhou atenção de várias entidades e de cidadãos que lhe prestam apoio, enquanto ele luta por uma habitação condigna.
  • Enfrenta obstáculos burocráticos e dificuldades financeiras que dificultam o acesso a uma habitação estável.
  • A Câmara Municipal de Lisboa e outras instituições sociais estão a tentar encontrar uma solução, apelando a políticas públicas que assegurem condições de vida dignas para idosos e ex-militares.

Jaime Quintas, ex-combatente do Ultramar, vive há cerca de quatro meses no carro, após ser despejado da habitação no bairro Padre Cruz, em Lisboa. A decisão de novembro de 2025 foi tomada por elementos da Gebalis, entidade gestora da habitação social.

O homem, que ocupou durante 50 anos a casa no Padre Cruz, ficou sem moradia após o despejo. Desde então, mantém-se junto à cidade de Lisboa, enfrentando dificuldades de acesso a habitação fixa e de gestão de necessidades básicas.

Representantes de várias entidades sociais e cidadãos têm acompanhado o caso e manifestado solidariedade. Quintas expressa o desejo de uma habitação condigna, mas enfrenta entraves burocráticos e limitações financeiras.

A Câmara Municipal de Lisboa e outras organizações foram contactadas para encontrar uma solução. O objetivo é assegurar que Quintas tenha acesso a uma residência estável e adequada às suas condições.

A situação de Quintas evidencia desafios para idosos e ex-militares que, após longos serviços, ficam sem casa. O caso suscita debates sobre políticas públicas de proteção social e habitação digna.

Entidades locais trabalham para avaliar opções de apoio, incluindo encaminhamentos para respostas habitacionais e apoio social contínuo, de forma a evitar novo despejo ou sem-abrigo.

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