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Entidade Reguladora Investiga Constrangimentos no Acesso a Cirurgia Cardíaca

A Entidade Reguladora da Saúde abriu avaliação a alegados constrangimentos de acesso a cirurgia cardíaca no SNS, após denúncias de mortes em lista de espera

Entidade Reguladora da Saúde averigua constrangimentos de acesso a cirurgia cardíaca
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  • A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) abriu um processo de avaliação para averiguar alegados constrangimentos de acesso a cirurgia cardíaca no SNS.
  • A OM exigiu à tutela que apure se houve mortes de utentes à espera de cirurgias cardíacas e tome medidas rápidas.
  • O diretor de serviço de Cardiologia da ULS Santo António afirmou que mais de 10 doentes teriam falecido devido a uma lista de espera elevada naquela unidade.
  • Quatro hospitais do Norte com serviços de cardiologia subscreveram uma carta, dirigida à ministra da Saúde, alertando para listas de espera e casos fatais.
  • O Ministério da Saúde confirmou a receção do email e anunciou uma avaliação urgente da situação, em articulação com as unidades de saúde do SNS.

A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) abriu um processo de avaliação para apurar constrangimentos de acesso à cirurgia cardíaca por utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). A confirmação foi dada à Lusa pela própria ERS, que pretende averiguar a situação com mais detalhe.

A Ordem dos Médicos (OM) pediu que a tutela verifique se houve mortes associadas à espera de cirurgias cardíacas e implemente medidas rápidas. O bastonário Carlos Cortes afirmou que a situação é sensível e requer avaliação urgente pela Direção-Executiva do SNS.

Na última semana, o diretor de serviço de Cardiologia da ULS Santo António, André Luz, indicou que mais de 10 doentes teriam falecido devido a uma lista de espera elevada naquela unidade. O DN informou ainda que quatro hospitais do Norte subscreveram uma carta sobre o panorama da cirurgia cardíaca na região, dirigida à ministra da Saúde, a advertir para atrasos relevantes.

O Ministério da Saúde confirmou o recebimento do e-mail de quatro médicos de ULS, apontando a existência de listas de espera e alguns casos fatais alegadamente ligados a essa situação. O gabinete de Ana Paula Martins ordenou uma avaliação urgente da situação, com soluções em articulação com as unidades do SNS.

Reacções de outras ULS do Norte também surgiram, nomeadamente São João e Gaia/Espinho, com alertas sobre impactos na distribuição de recursos. O presidente do conselho médico da Gaia/Espinho indicou que a criação de um novo centro poderia reduzir a capacidade dos centros já existentes.

O bastonário da OM comentou que a abertura de mais centros de referência gera uma equação complexa, pois os médicos disponíveis estão hoje nos centros já criados, o que poderia exigir realocação de profissionais entre unidades. A questão continua a aguardar avaliação institucional.

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