- Oito famílias de um prédio municipal em Alcântara, envolvido na expansão da Linha Vermelha do Metro, podem ter cerca de dois meses para abandonar as habitações.
- O edifício passou a ser posse administrativa do Metropolitano de Lisboa, o que desencadeou o aviso de despejo aos moradores.
- A Câmara de Lisboa afirmou que os residentes terão solução, assegurando indemnização e um caminho rápido para a resolução.
- Os moradores temem carência habitacional e correm o risco de ficarem sem alternativas no mercado, devido aos rendimentos limitados e às longas permanências no local.
- O processo deverá avançar rapidamente, segundo a autarquia, aumentando a apreensão entre quem vive no prédio há décadas.
Oito famílias de um prédio municipal em Alcântara podem ter cerca de dois meses para desocuparem as casas, após a posse administrativa do edifício pelo Metropolitano de Lisboa. A escrutínio está em curso devido à expansão da Linha Vermelha do Metro.
A Câmara de Lisboa assegura que haverá solução para os residentes, que enfrentam carência habitacional. Enquanto o processo avança, foram apresentadas propostas de indemnização para os moradores.
Os moradores, alguns com rendimentos baixos, vivem no local há décadas e aguardam alternativas no mercado de habitação da cidade. A decisão visa acelerar o processo de remoção para os trabalhos de obra.
Apoio e próximos passos
A Câmara informa que o processo deverá avançar rapidamente, com medidas de apoio aos despejados a serem definidas. As obras no corredor urbano devem, segundo o município, permitir a extensão do Metro até Alcântara.
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