- O CDS-PP de Cascais discorda do PSD sobre a parceria com o Chega, mas vai manter-se no executivo municipal ao lado dos vereadores do Chega.
- O líder da concelhia afirma ter estado a par das negociações entre o presidente da Câmara, Nuno Piteira Lopes, e o Chega.
- Diz ter comunicado a discordância ao presidente da Câmara.
- Garantiu que nunca faria um acordo com o Chega.
- Alegou que a composição do executivo e a atribuição de pelouros são prerrogativas exclusivas do presidente da Câmara.
O CDS-PP de Cascais discorda do PSD mas vai manter-se no executivo da Câmara com o Chega. A decisão surge após negociações entre o autarca PSD Nuno Piteira Lopes e o Chega, que já tinham sido alvo de protesto por parte de outras forças políticas.
O líder da concelhia do CDS-PP admite ter tomado conhecimento das negociações e informou a discordância ao presidente da Câmara, Nuno Piteira Lopes. Mesmo assim, afirma que não haverá tomada de poder por parte do Chega na Assembleia Municipal.
Ainda assim, o CDS-PP decidiu manter-se integrado no executivo municipal ao lado dos vereadores do Chega. A justificação é que a composição do executivo e a atribuição de pelouros são prerrogativas exclusivas do presidente da Câmara.
Posição do CDS-PP
A concelhia sustenta que a participação no executivo não equivale a um acordo com o Chega. Detalha que cada pelouro é atribuído pelo chefe do município, mantendo a autonomia de decisão dentro do grupo municipal.
O episódio ocorreu em Cascais, numa altura em que se aguarda clarificação sobre o papel do Chega no município. Não há, até ao momento, indicação de alterações no alinhamento político da Câmara.
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