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Adega urbana: vinho produzido no coração da cidade

Adega urbana de Lisboa enfrenta pesadelo burocrático entre 2016 e 2020; pandemia adia inauguração e cinco mil garrafas são vendidas entre vizinhos

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  • Catarina Moreira e o marido, David Picard, compraram uma antiga oficina automóvel em Belém para produzir vinho, a primeira unidade do género em Lisboa.
  • Entre 2016 e 2020 lidaram com uma burocracia de serviços públicos pouco preparada para licenciar uma unidade de produção de vinho no meio da cidade.
  • Após aprovação, passaram seis meses em obras e estavam prontos para abrir, coincidindo com o início da pandemia de Covid‑19.
  • As cinco mil garrafas em stock foram vendidas por amigos, vizinhos e família, através de passa‑palavra que persiste e impulsiona o crescimento da casa.

Catarina Moreira e o marido, David Picard, compraram uma antiga oficina automóvel na zona de Belém para produzir vinho na cidade. Entre 2016 e 2020 enfrentaram um processo burocrático difícil, sem licenciamento claro para uma unidade de produção no meio urbano.

Após várias etapas, conseguiram aprovação e, seis meses depois, estavam prontos para abrir. Era o início da pandemia de Covid-19, o que atrasou a atividade prevista e dificultou a entrada de materiais.

Cinco mil garrafas ficavam em stock quando a licença foi obtida, e o stock acabou por ser vendido a amigos, vizinhos e familiares. A rede de apoio manteve-se, contribuindo para o crescimento da casa ao longo de 2020 e além.

Contexto e perspetivas

O caso mostra os desafios de licenciamento para estabelecimentos de produção de bebidas no quadro urbano da cidade. A adega mantém operações simples, com foco na produção artesanal e no apoio local.

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