- 1500 paraquedistas de 24 países participam no exercício Orion-26 na França, o maior desde a Guerra Fria.
- A Base 123, em Orléans-Bricy, é o palco do treino, com lançamentos a ocorrer sobre Coëtquidan, na Bretanha.
- O objetivo é testar rapidez de ação, resistência e autonomia, com uma força aerotransportada capaz de resistir 48 a 72 horas com recursos próprios.
- O exercício envolve interserviços (marinha e força aérea) e participação multinacional, incluindo militares britânicos e italianos.
- O cenário simula um conflito de alta intensidade entre dois países fictícios, Arnland e Mercury, num grande exercício que envolve 12.500 soldados, 25 navios e 140 aeronaves.
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Orion-26 é o maior exercício militar da França desde a Guerra Fria, envolvendo 1500 paraquedistas de 24 países. A manobra decorre na Base 123, em Orléans-Bricy, com lançamentos sobre a base de Coëtquidan, na Bretanha. O treino visa aperfeiçoar a cooperação entre forças nacionais e aliadas, num contexto de escalada de ameaças reais.
A ação envolve forças francesas e britânicas, com um cenário de alto nível operacional. O coronel Colomban de Poncharra destaca a ousadia da operação, que testa rapidez, resistência e autonomia das unidades aerotransportadas em 48 a 72 horas. O objetivo é criar brechas táticas para avançar com apoio de recursos pesados.
Detalhes da composição e das capacidades
O exercício, com duração de três meses, começou há duas semanas e mobiliza 12.500 militares, 25 navios e 140 aeronaves. A iniciativa fomenta treino interserviços entre marinha, força aérea e, de forma multinacional, com participação de britânicos, italianos e outros. O tenente Dorian salienta a dimensão interinstitucional do evento.
Oficiais de ligação destacam a importância de trabalhar em conjunto e de aprender com as diferentes formações. O comandante britânico Nick descreve Orion como oportunidade de integração entre brigadas, reforçando que o exercício envolve, além das forças francesas, parceiros de outros países.
O cenário simulado descreve um conflito entre dois estados fictícios, Arnland e Mercury, substituto da atual ameaça russa na Europa. A simulação foca ações coordenadas para manter mobilidade, resiliência e capacidade de retomar operações com recursos avançados.
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