- A urgência de obstetrícia e ginecologia do Hospital do Barreiro vai encerrar, em março, com a entrada em funcionamento da nova urgência regional para a Península de Setúbal.
- A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, explicou que o Barreiro não tem condições para continuar a funcionar.
- A ministra disse que o encerramento não impede que o serviço de obstetrícia e ginecologia continue a realizar partos programados no Barreiro.
- A urgência regional de obstetrícia e ginecologia da Península de Setúbal vai funcionar no Hospital Garcia de Orta, em Almada, com entrada prevista para março; haverá uma segunda urgência para Vila Franca de Xira e Beatriz Ângelo.
- A comissária afirmou ainda que houve atraso na Publicação do Quadro Global de Referência do SNS para os próximos anos, e que o contrato com os hospitais deve avançar até ao final de março.
A urgência de obstetrícia e ginecologia do Hospital do Barreiro vai encerrar, com a entrada em funcionamento da nova urgência regional da Península de Setúbal prevista para março. A decisão foi confirmada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição na comissão parlamentar de saúde.
Segundo a ministra, o Barreiro não tem condições para manter o serviço aberto, em função do esforço desumano enfrentado pelos profissionais. O funcionamento das três urgências de obstetrícia da região em regime de rotatividade foi apontado como contributo para a dificuldade existente.
Apesar do encerramento, a ministra assegurou que o serviço de obstetrícia e ginecologia do Barreiro não deixará de realizar partos programados, mantendo áreas diferenciadas e a possibilidade de nascimento de bebés no hospital.
A nova urgência regional de obstetrícia e ginecologia da Península de Setúbal deverá funcionar no Hospital Garcia de Orta, em Almada, com previsão de entrada em funcionamento em março. Está prevista ainda a criação de uma segunda urgência para Vila Franca de Xira e Beatriz Ângelo.
Durante a audição, Ana Paula Martins reconheceu o atraso na publicação do Quadro Global de Referência do SNS para os próximos anos. A governante garantiu, no entanto, que o referencial de indicadores poderá estender-se até 2028.
Ainda assim, a ministra informou que, neste primeiro trimestre, as unidades locais de saúde já têm uma ideia dos indicadores assistenciais a cumprir, com base na procura histórica. O processo de contratualização com os hospitais deverá decorrer até final de março.
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