- Nova Iorque ficou coberta por meio metro de neve após o nevão intenso.
- Nos Estados Unidos, o frio intenso atingiu o leste e formou gelo nos rios.
- Pelo menos 30 pessoas morreram devido às temperaturas negativas.
- O nevão provocou cortes generalizados de energia, com cerca de 600 mil casas sem eletricidade.
- Moscovo foi assolada pelo maior nevão em duzentos anos.
A tempestade de neve em várias regiões do mundo é tema de várias comunicações de serviço público. Regiões como o leste dos EUA, Nova Iorque e a capital Washington enfrentaram quedas significativas de neve e temperaturas extremas, afetando mobilidade, energia e serviços.
Nova Iorque registou acumulação de neve que atinge meio metro em muitos bairros, levando a restrições de trânsito e avisos de inoperacionalidade de alguns serviços. As imagens mostram ruas e avenidas cobertas pela camada branca e veículos bloqueados pela acumulação.
Nos EUA, o frio intenso causou pelo menos 30 mortes até o momento, segundo fontes oficiais. Além disso, mais de 600 mil casas ficaram sem eletricidade a partir de relatos de serviços de energia, gerando cortes prolongados em várias regiões.
A frente frio estendeu-se a outras áreas do leste, onde houve formação de gelo em rios e vias, agravando o risco de acidentes e atrasos nas viagens. Em alguns estados, as autoridades pedem precaução redobrada e mantêm centros de abrigo abertos.
Na Europa, Moscovo viveu o maior nevão em 200 anos, com ruas cobertas e mobilidade severamente afetada. A cidade informou condições desafiantes para o transporte público e atividades comerciais.
No Japão, nevões fortes deixaram pelo menos 45 mortos e mais de 500 feridos, segundo autoridades locais. Grupos de alpinistas reportam condições perigosas em áreas montanhosas do norte.
Pelo mundo, estados e cidades deixaram registros de mobilidade reduzida, consumo elevado de energia e atividades ao ar livre temporariamente interrompidas. Autoridades seguem monitorizando a evolução das nevascas e o impacto na população.
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