- Águeda e Aveiro vão expropriar quase 750 parcelas para o novo eixo em perfil de autoestrada que ligará as duas cidades.
- São 256 parcelas em Águeda e 487 em Aveiro, na maioria rústicas, agrícolas ou florestais.
- O custo estimado da obra é de 109 milhões de euros, com lançamento de concurso público previsto em breve.
- A infraestrutura é aguardada pela população há mais de cinquenta anos.
- Em Águeda há, pelo menos, um caso em que um idoso pode ficar sem casa devido à expropriação.
A construção do novo eixo rodoviário entre Aveiro e Águeda envolve a expropriação de quase 750 parcelas de terreno, distribuídas por 256 parcelas em Águeda e 487 em Aveiro. A maioria das zonas afetadas é rural, agrícola ou florestal, com impactos previstos na interioridade das freguesias envolvidas.
O empreendimento, que será em perfil de autoestrada, visa ligar as duas cidades, uma aspiração que se arrasta há mais de cinco décadas. O custo estimado do processo de construção é de 109 milhões de euros, segundo dados preliminares das autarquias envolvidas.
Os municípios anunciaram que vão avançar com o concurso público para a obra em breve, indicando uma calendarização ainda por confirmar. A decisão de expropriação surge como etapa necessária para viabilizar o traçado proposto e avançar para a construção.
Entre os casos identificados, existe uma situação em Águeda em que um idoso expressa receio de ficar sem abrigo, colocando em foco o impacto humano do processo. As autoridades sublinham que vão assegurar pelas vias legais as compensações e alternativas cabíveis.
A iniciativa é apresentada pelas câmaras de Águeda e Aveiro como uma resposta a uma necessidade de mobilidade regional e melhoria de ligações rodoviárias, com o objetivo de reduzir tempos de viagem e descongestionar vias existentes.
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