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Perigo nas arribas de Almada persiste; danos significativos previstos

Relatórios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil apontam probabilidade de novos incidentes nas arribas de Almada, com danos estimados em mais de 16 milhões e intervenções já em curso

Os terrenos ainda se estão a mover em Porto Brandão
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  • Relatórios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil indicam que é provável haver incidentes nas arribas de Almada no futuro.
  • Em Porto Brandão ocorreram fendas em paredes e pavimentos e deslizamentos, com novos indícios de movimentos de terreno.
  • Na arriba da Costa de Caparica houve queda de blocos e desmoronamentos; são prováveis novos incidentes no futuro.
  • A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que já começaram intervenções e que os danos serão avultados.
  • O município pede ao Governo que inclua Almada nos apoios disponíveis; a estimativa aponta para mais de 16 milhões de euros.

Nas arribas de Almada, o perigo não passou. Relatórios indicam que é provável que novos incidentes ocorram no futuro, especialmente nas áreas de Porto Brandão e Costa de Caparica. A avaliação é do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

Segundo os documentos, fendas em paredes e pavimentos, bem como deslizamentos na encosta, têm vindo a ocorrer ao longo de vários dias, com novos indícios de movimentos de terreno. Em Costa de Caparica registaram-se quedas de blocos e desmoronamentos.

A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, afirma que já começaram intervenções nos territórios afetados. A autarquia estima danos avultados e apela ao Governo para incluir o concelho nos apoios disponíveis.

Intervenções e financiamento

As informações do LNEC indicam que os riscos persistem e que serão necessários recursos significativos para mitigar os danos. A autarquia revelou que o investimento inicial supera os 16 milhões de euros, com medidas de estabilização em curso.

Ainda não há datas definidas para a conclusão das ações, que visam conter desabamentos e prevenir novos deslizamentos. A Câmara mantém contacto com entidades nacionais para reforçar o apoio técnico e financeiro.

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