- A líder do PAN afirmou que as arguidas no julgamento em Matosinhos, pela morte de 92 cães e gatos em abrigos ilegais em Santo Tirso, em julho de 2020, voltaram a acumular animais.
- Inês Sousa Real descreveu como inconcebível que, após o episodio cru e mortífero, estas pessoas voltem a ter animais sob a sua responsabilidade.
- A deputada denunciou a existência de redes organizadas de tráfico de animais a operar em Portugal.
- Pediu intervenção efetiva das autoridades e mais fiscalização para combater estas redes.
- A líder do PAN afirmou ainda que não foi possível apurar o local onde estão os animais e apelou a uma localização e apreensão dos same.
A líder do PAN, Inês Sousa Real, denunciou redes de tráfico de animais a operar em Portugal, apontando para a prática ilícita ligada a abrigos. A identificação ocorreu durante o julgamento de arguidas em Matosinhos, relacionado com a morte de 92 cães e gatos em abrigos ilegais, em Santo Tirso, em julho de 2020.
As arguidas, responsáveis por canis ilegais na Serra da Agrela, teriam voltado a acumular animais, segundo a deputada. Sousa Real considerou a situação inaceitável e pediu uma intervenção firme das autoridades para exigir fiscalização e responsabilização.
O julgamento começou nesta terça-feira, em Matosinhos, com a participação de representantes legais e testemunhas. A Polícia Judiciária e serviços de proteção animal estão a acompanhar o caso, que envolve crueldade alegadamente praticada em instalações clandestinas.
A deputada reforçou que ainda não é possível localizar com precisão o paradeiro de todos os animais recolhidos anteriormente. Reforçou o pedido de diligências adicionais para mapear redes de tráfico e evitar novos casos de maus-tratos.
As acusações centram-se na gestão de abrigos que funcionavam sem condições legais, com falhas no cumprimento de normas de bem-estar animal. A dirigente do PAN apelou a uma atuação coordenada entre autoridades, fiscais e tribunais.
Situação atual
As investigações continuam para apurar responsabilidades e rastrear a cadeia de traficantes. A ação visa prevenir reincidências e reforçar a fiscalização em instalações de acolhimento animal. Não estão previstas conclusões no momento.
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