- O Governo pediu uma recolha e análise crítica da informação disponível sobre o ecossistema nacional de investigação e inovação.
- Foi criado, em janeiro, um grupo de trabalho composto apenas por homens e coordenado por um catedrático casado com a presidente da FCT.
- O objetivo é apresentar um relatório técnico sobre o estado do ecossistema de investigação e inovação em Portugal.
- O relatório será apresentado publicamente nesta terça-feira, num evento em Lisboa dedicado ao novo organismo de ciência e inovação, a AI² (Agência de Investigação e Inovação).
- O anúncio da análise saiu num despacho conjunto dos ministérios da Educação, Ciência e Inovação e da Economia, alinhado com a reforma que visa extinguir a FCT e fundi-la na AI².
O Governo requisitou uma análise ao ecossistema nacional de investigação e inovação. O grupo de trabalho iniciou em janeiro, é composto apenas por homens e tem como coordenador um catedrático casado com a presidente da FCT. O relatório será apresentado esta terça-feira, em Lisboa.
O pedido integra a reforma anunciada pelo Governo para o ministério da Educação, Ciência e Inovação, que prevê a extinção da FCT e a fusão com a Agência Nacional de Inovação numa nova entidade, a AI2. A apresentação ocorre no contexto do novo organismo.
O grupo tem como missão recolher e analisar de forma crítica a informação disponível sobre o ecossistema nacional de investigação e inovação. O despacho de criação foi emitido na semana passada, na sequência de anúncios sobre a reorganização ministerial.
O relatório deverá mapear o estado atual do sistema, incluindo instituições, financiamento, recursos humanos e capacidades tecnológicas. O objetivo é fundamentar decisões sobre o futuro modelo de governança.
O evento em Lisboa que acolhe a apresentação contará com a participação de diversas entidades públicas e do setor da ciência e da inovação, segundo fontes oficiais. O foco é clarificar o enquadramento do AI2 e as suas funções.
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