- A Google anunciou ter interrompido as operações de um grupo de pirataria informática ligado ao estado chinês, designado Gallium, que visou pelo menos 53 organizações globais.
- Os alvos incluíam entidades de defesa, energia, telecomunicações e governos, em regiões da África, Ásia, Europa e América do Norte.
- A operação recorria ao Google Sheets para camuflar o roubo de dados e facilitar ataques a infraestruturas críticas.
- O desmantelamento ocorreu após meses de investigação com equipas de segurança e parceiros internacionais, reforçando o compromisso da Google com a proteção dos utilizadores.
- Gallium é vista como uma das ciberespionagens estatais mais sofisticadas já identificadas; a Google vai continuar a monitorizar e agir contra atividades similares.
A Google anunciou ter interrompido as operações de um grupo de pirataria informática ligado ao Estado chinês, conhecido como Gallium. A ação ocorreu esta quarta-feira e visou pelo menos 53 organizações globais, incluindo entidades governamentais e de telecomunicações.
Segundo a Google, a operação utilizava o Google Sheets para camuflar o roubo de dados e facilitar ataques em infraestruturas críticas. A rede de espionagem concentrou-se sobretudo em países de África, Ásia, Europa e América do Norte.
Entre os alvos, estavam organizações de alto valor estratégico, como entidades de defesa, energia, telecomunicações e governos. A operação integra umacli global para combater ameaças cibernéticas e proteger utilizadores de ataques sofisticados.
A desativação decorreu após meses de investigação, com a participação de equipas de segurança da Google e parceiros internacionais. A empresa reforça o compromisso de combater atividades maliciosas e proteger a privacidade dos utilizadores.
A Google considera Gallium uma das operações mais sofisticadas e abrangentes já identificadas, evidenciando a evolução da ciberespionagem estatal. A empresa continuará a monitorizar atividades similares para salvaguardar a segurança digital de utilizadores e parceiros.
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