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Endesa diz que barragem de Girabolhos foi cancelada pelo Governo em 2016

Governo português cancelou a barragem de Girabolhos em 2016; Endesa afirma ter acordado a suspensão em 2017, após investimento de cerca de €90 milhões.

Endesa diz que barragem de Girabolhos foi cancelada em 2016 pelo Governo
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  • A Endesa afirma que a barragem de Girabolhos foi cancelada pelo Governo português em 2016, no âmbito de uma revisão do Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico.
  • O projeto, concessionado à Endesa, já tinha investido cerca de 90 milhões de euros, segundo o CEO da energética.
  • Em 2017, após o projeto ter desaparecido do programa, Governo e Endesa chegaram a um acordo para a suspensão da barragem.
  • O Governo anunciou, via Agência Portuguesa do Ambiente, a abertura de concurso público para a construção e exploração da barragem até final de março.
  • A barragem de Girabolhos abrange os concelhos de Seia, Fornos de Algodres, Nelas e Mangualde, na bacia do Mondego, e visa reforçar a gestão de cheias, o abastecimento de água e a produção de energia renovável.

O Endesa afirma que a barragem de Girabolhos foi cancelada pelo Governo português em 2016, no âmbito de uma revisão do Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico. A suspensão do projeto, na sequência dessa revisão, ocorreu por mútuo acordo entre a empresa e o Governo, em 2017, conforme alegado pelo CEO da Endesa.

José Bogas indicou ainda que a Endesa já tinha investido cerca de 90 milhões de euros no projeto, ao abrigo da concessão já atribuída. Não revelou detalhes adicionais sobre eventuais recuperações ou perdas nesse montante.

O Governo informou em 10 de fevereiro que a Agência Portuguesa do Ambiente vai lançar, até ao final de março, um concurso público para a construção e exploração da barragem de Girabolhos. O empreendimento situa-se nos concelhos de Seia, Fornos de Algodres, Nelas e Mangualde, na região da bacia do Mondego.

A barragem integra o conjunto de 10 novos empreendimentos do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico, lançado pelo anterior governo. Cheias recentes na bacia do Mondego voltaram a colocar a gestão de caudais e a proteção de populações no centro das atenções políticas.

Partidos têm trocado acusações sobre quem tomou a decisão de cancelar a obra em 2016. A decisão é apresentada como relevante para reforçar a segurança hídrica, o abastecimento de água e a produção de energia renovável na região.

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