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Dados provisórios apontam 60 queixas por cobranças e serviços não prestados

Dados provisórios apontam para cerca de 60 reclamações sobre cobrança de serviços não prestados devido às intempéries, com créditos a processar nas faturas seguintes

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  • Dados provisórios apontam para cerca de 60 reclamações sobre cobrança e serviços não prestados devido às intempéries; o restante foi identificado no livro de reclamações eletrónico.
  • As queixas dizem que os utilizadores recebem faturas com o valor normal do tarifário, sem descontos pelos dias sem serviço, mesmo quando alguns serviços foram repostos.
  • Em alguns casos, os créditos aplicados dizem respeito apenas a alguns dias de indisponibilidade ou são considerados inadequados, com a avaria a perdurar ou haver instabilidade.
  • Alguns clientes também referem aumentos de preços, o que aumenta a insatisfação.
  • A Anacom nota que, até à data, não parecem existir evidências de infração; a compensação deve ficar creditada na fatura seguinte (ou no saldo de créditos em pré-pagos); os créditos relativos a janeiro aparecem na faturação de fevereiro e os de fevereiro na faturação de março; os ciclos de faturação variam conforme o operador e o cliente.

Cerca de 60 reclamações provisórias apontam falhas na cobrança e em serviços não prestados devido às intempéries, segundo as informações disponíveis. Outras queixas foram reunidas no livro de reclamações eletrónico.

A Anacom indica que os utilizadores queixam-se de faturação: fatura com o valor normal sem descontos pelos dias sem serviços, mesmo já restabelecidos; noutras situações apenas alguns serviços foram repostos; há casos em que nenhum serviço voltou a funcionar.

Há ainda relato de clientes que recebem faturas com créditos apenas para alguns dias em que o serviço esteve indisponível. Alegam que o valor é inadequado ou insuficiente, porque a avaria persistiu ou houve instabilidade adicional.

Outras queixas laterais referem o aumento de preços a alimentar maior descontentamento entre clientes. A Anacom informa que está a acompanhar a evolução e a analisar a situação.

A avaliação até ao momento não deteta evidências de infração por parte das operadoras. O regulador explica que o crédito pela compensação deve ir na fatura seguinte, ou no saldo de outros serviços pré-pagos.

Para fevereiro, os créditos relativos aos dias de indisponibilidade de janeiro devem refletir na faturação; para março, os relativos a fevereiro. Os ciclos variam e as faturas chegam em dias diferentes, conforme operador e cliente.

Onde e quando decorrem as ações

O acompanhamento é feito pela Anacom, com contacto com as operadoras e leitura de dados de faturação. O objetivo é garantir que os créditos são aplicados de forma correta e atempada.

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