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Crianças e constipações: desmistificar mitos comuns

Pediatra desmonta o mito de que andar descalço provoca constipação; as infeções vêm de vírus, com maior contágio em espaços fechados

Imagem de contexto do artigo As crianças, as constipações e um sem-fim de mitos
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  • O artigo da Notícias Magazine desmonta mitos comuns sobre a saúde das crianças, incluindo amamentação, sono, dentes, vacinas e alimentação.
  • Um dos mitos mais repetidos é que ficar descalço ou vestir pouco causa constipações; na prática, as infeções são provocadas por vírus ou bactérias.
  • As infeções são mais frequentes no inverno, mas isso deve-se sobretudo ao maior tempo passado em espaços fechados, que facilita o contágio.
  • Embora o frio exija proteção, andar descalço ou vestir-se pouco não é, por si só, a causa da doença.
  • A peça destaca que muitas ideias sobre como dormir, alimentar ou acalmar o bebé são mitos sem base científica.

Da amamentação ao sono, dos dentes às vacinas, há várias teorias sobre bebés que persiste entre pais e avós. A “Notícias Magazine” analisa estas ideias e aponta o que é mito e o que é comprovado pela ciência.

Muitos pais acreditam que andar descalços ou vestir pouco roupa causa constipação. A notícia esclarece que as infeções são provocadas por vírus ou bactérias, não pela exposição ao frio. O que aumenta o risco de contágio é passar mais tempo em espaços fechados no inverno.

A explicação científica indica que as doenças respiratórias se multiplicam em ambientes com pouca ventilação e maior proximidade entre pessoas. O frio pode favorecer a permanência em válvulos fechados, mas não determina a doença por si.

Segundo a médica Mónica Cro Braz, pediatra no Hospital CUF Tejo, a causa principal das constipações são os agentes infecciosos. O conforto da criança e o vestir adequado são mais relevantes do que qualquer relação direta com o tempo frio.

Em termos práticos, a notícia recomenda manter o bebé bem agasalhado conforme a idade, evitar mudanças bruscas de temperatura e recorrer a medidas de higiene para reduzir o risco de infeção, sem associar o frio a uma condição patológica específica.

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