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Canil em Santo Tirso: alegação de segurança contra sofrimento de animais

Ex-coordenadora da Proteção Civil de Santo Tirso afirma consciência tranquila sobre a morte de 92 animais em abrigos ilegais após o incêndio de 2020; outro responsável nega responsabilidades

Maria José, dona de um abrigo ilegal, está acusada de um crime de maus-tratos
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  • A ex-coordenadora da Proteção Civil de Santo Tirso afirmou, ontem de manhã, no Tribunal de Matosinhos, ter consciência tranquila relativamente à morte de 92 animais em abrigos ilegais, após o incêndio na serra da Agrela em 2020.
  • A responsável por um destes abrigos rejeitou responsabilidades e negou maus-tratos.
  • Maria José (nome citado no texto) afirmou ter gasto tudo o que tinha com os animais.

Ontem, no Tribunal de Matosinhos, a ex-coordenadora da Proteção Civil de Santo Tirso afirmou ter consciência tranquila sobre a morte de 92 animais em abrigos ilegais, ocorrida após o incêndio de 2020 na serra da Agrela.

A responsável por um dos abrigos rejeitou responsabilidades e negou qualquer maus-tratos. Disse ainda ter gasto tudo o que possuía para cuidar dos animais em situação de abandono.

O caso envolve a rede de abrigos improvisados na serra da Agrela, onde o incêndio alterou significativamente as condições de proteção animal na região e gerou denúncias sobre a gestão e a supervisão dos espaços.

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