- Parlamentares censuram os responsáveis de bancos devido ao alegado “cartel”, considerando o tema um tema de ficção para a oposição.
- Manuel Ferreira Teixeira, ex‑secretário de Estado do Orçamento, afirmou no Parlamento que chamar aquilo de cartel é um exagero.
- Em 2026, já presidente do conselho de administração do Banco Montepio, defendeu a atuação da banca em anos em que esteve no governo, não estando necessariamente envolvido na gestão do banco na altura.
- Disse não haver ilegalidade, mas admitiu que o comportamento na altura não era adequado.
- O setor negou ter inundado tribunais com recursos e afirmou que as práticas detectadas são, agora, proibidas.
A audiência no Parlamento contou com representantes do sector bancário a responder a acusações de prática de cartel. Em debate público, os deputados questionaram a atuação de instituições financeiras associada a alegadas práticas anticompetitivas.
Manuel Ferreira Teixeira, atual presidente do conselho de administração do Banco Montepio, esteve no auditório parlamentar em 2026. Embora tenha atuado no governo entre 2004-2005 e 2011-2015, apresentou-se como representante da banca para clarificar a situação. Questionado sobre o alcance de um cartel, afirmou que a expressão é um exagero.
O banqueiro insistiu que não houve ilegalidade, embora reconheça que o comportamento não tenha sido o mais adequado. Os debates envolveram o papel de dirigentes e a avaliação de medidas adotadas pela banca ao longo dos anos.
Defesa da banca
Os partidos uniram-se para censurar os responsáveis pelas instituições sob a acusação de cartel. O setor rejeitou a ideia de ter inundado os tribunais com recursos, mas garantiu que as práticas identificadas foram ou estão proibidas. A posição visa esclarecer o que ocorreu, sem avanços de opinião.
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