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Autarca de Almada alerta que terras continuam em movimento e perigo persiste

Autarca de Almada alerta que deslizamentos continuam e o risco permanece, com regresso de moradores ainda por confirmar em várias zonas

Derrocada na Costa da Caparica
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  • A presidenta da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, afirma que os deslizamentos continuam a ocorrer e que, em algumas zonas, não será possível as pessoas regressarem a casa, mesmo com tempo seco.
  • A situação permanece sob monitorização de uma equipa da Universidade Nova de Lisboa, com marcadores colocados nas áreas afetadas para acompanhar o movimento da terra.
  • Cerca de 500 pessoas foram retiradas de zonas como Porto Brandão, Azinhaga dos Formozinhos e Costa da Caparica; algumas ficaram em casas de familiares e outras em alojamentos municipais.
  • Está a decorrer a limpeza de vias e a desobstrução da rua 1.º de Maio, em Porto Brandão, numa primeira fase de obras que terá um investimento municipal de 2,6 milhões de euros.
  • Técnicos recomendam que o regresso das famílias só ocorra após inspeção que verifique a estabilidade da arriba e das estruturas, devido à possibilidade de novos deslizamentos.

A presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, alertou que os deslizamentos de terras continuam a ocorrer, mesmo após as chuvas intensas. Ela disse que em algumas zonas não será possível as pessoas regressarem às suas casas e pediu que se mantenham as indicações da proteção civil. A médica está sol, mas o risco persiste, afirmou numa mensagem publicada no Facebook.

A autarca revelou que, apesar de a chuva ter diminuído, o monitorização do solo permanece ativa. Uma equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa instalou marcadores para acompanhar o movimento da terra nas áreas afetadas.

Monitorização e locais mais afetados

A Câmara referiu que Porto Brandão, Azinhaga dos Formozinhos e Costa da Caparica são zonas com maiores dificuldades. Cerca de 500 pessoas foram retiradas, com algumas a ficarem em casa de familiares e outras em alojamentos municipais.

A autarquia criou um gabinete de apoio para recolha de dados e planeamento de reconstrução, prometendo presença diária no terreno para assegurar a normalização o mais rápido possível. Ninguém ficará para trás, assegurou.

Esforços de salvaguarda e obras de desobstrução

Foi iniciada a limpeza de vias e a desobstrução da rua 1.º de Maio, em Porto Brandão, para facilitar o regresso das famílias e o retomamento da atividade comercial e do terminal fluvial. A obra não tem prazo de conclusão, devido à instabilidade das terrapagens, e já representa um investimento municipal estimado em 2,6 milhões de euros.

Desde o início dos fenómenos severos, Almada recebeu apoio técnico do Laboratório Nacional de Engenharia Civil para análise da estabilidade das arribas da Costa da Caparica e de Porto Brandão, com visitas de técnicos à Caparica. O relatório recomenda inspeções antes de retornos residenciais e aponta para possíveis incidentes futuros.

Contexto regional e histórico recente

O temporal, que afetou grande parte do território continental, provocou deslizamentos que interromperam serviços, danificaram infraestruturas e deixaram moradores desalojados. O concelho de Almada tem registado ocorrências significativas nas arribas costeiras desde o final de janeiro, com consequências para a população e o comércio local.

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