- A via de acesso ao Porto de Abrigo de Sesimbra reabriu de forma condicionada, com circulação alternada numa única via rodoviária.
- O troço é pequeno, com cerca de 200/300 metros, e existe apenas um caminho alternativo em terra batida que não permite o acesso de veículos pesados.
- As obras foram articuladas com Infraestruturas de Portugal e executadas pela Câmara Municipal de Sesimbra; o deslizamento de terras provocou a interdição desde o início do mês.
- O presidente da Câmara destacou que há muito tempo que a população reclama uma alternativa de acesso ao porto e que o município está disponível para acompanhar o processo, incluindo uma possível via a poente do porto até à zona do Zambujal.
- Além desta via, estão a decorrer trabalhos em outras estradas do concelho devido ao mau tempo; até ao momento morreram em Portugal dezoito pessoas devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta.
A via de acesso ao porto de Sesimbra reabriu, na sexta-feira, de forma condicionada, com tráfego de viaturas efetuado por uma via única, em regime de passagem alternada. A reabertura ocorreu após o deslizamento de terras na área do empreendimento ERG.
O troço tem cerca de 200 a 300 metros e beneficia de boa visibilidade. Existe apenas um caminho alternativo em terra batida, que não permite o acesso de veículos pesados à zona portuária. A obra foi executada pela Câmara Municipal de Sesimbra, em parceria com as Infraestruturas de Portugal (IP).
A abertura condicionada busca manter o acesso ao Porto de Abrigo de Sesimbra enquanto se resolvem as obras de contenção da arriba. O autarca manteve que a solução de curto prazo é imprescindível para ligar o porto ao ponto de partida do concelho.
Situação no concelho
Ainda hoje decorrem trabalhos de corte de árvores e limpeza de taludes em duas vias na zona do Meco, além de uma outra ligação entre o Meco e os Fetais. Existe também a regularização de um abatimento na estrada entre Aiana e o Zambujal.
O presidente da Câmara destacou que há muito tempo se pede uma alternativa de acesso ao porto que não passe pelo núcleo urbano de Sesimbra. A tutela tem mostrado abertura para avançar com o tema, incluindo uma possível via a poente do porto.
Contexto nacional: as depressões Kristin, Leonardo e Marta causaram 18 mortes em Portugal, com impactos em várias regiões. As principais consequências incluem quedas de estruturas, cortes de estradas, e interrupções de serviços públicos.
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