- O número de mortos na época das chuvas em Moçambique subiu para 235, com 868.593 pessoas afetadas, em 200.739 famílias, desde outubro.
- Há 12 desaparecidos e 331 feridos; o balanço refere ainda cinco mortos a mais que na atualização de sábado.
- As cheias de janeiro provocaram pelo menos 27 mortos e 724.131 afetados; o ciclone Gezani, em fevereiro, causou mais quatro mortos e afetou 9.040 pessoas.
- Em habitação, 15.279 casas ficaram parcialmente destruídas, 6.133 totalmente destruídas e 183.824 inundadas; 272 unidades de saúde, 82 locais de culto e 717 escolas foram afetadas.
- No capítulo agrícola e de infraestruturas, 555.040 hectares de áreas agrícolas foram afetados, 288.016 perdidos, atingindo 365.784 agricultores; 530.998 animais morreram; 7.845 quilômetros de estrada, 36 pontes e 123 aquedutos afetados; foram criados 149 centros de acomodação que acolheram 113.478 pessoas.
O número total de mortos na atual época das chuvas em Moçambique subiu para 235, e quase 870 mil pessoas foram afetadas desde outubro, segundo o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), em atualização divulgada nesta segunda-feira.
De acordo com a base de dados do INGD consultada pela Lusa, até às 12:05 locais (10:05 em Lisboa) foram registadas 868.593 pessoas afetadas, em 200.739 famílias, com 12 desaparecidos e 331 feridos.
Este balanço representa mais cinco óbitos face à atualização de sábado. As cheias de janeiro provocaram pelo menos 27 mortes e afetaram 724.131 pessoas, enquanto o ciclone Gezani, em Inhambane a 13 e 14 de fevereiro, causou quatro mortes adicionais e afetou 9.040 pessoas.
O relatório aponta ainda 15.279 casas parcialmente destruídas, 6.133 completamente destruídas e 183.824 inundadas nesta época chuvosa. Foram afetadas 272 unidades de saúde, 82 locais de culto e 717 escolas.
A área agrícola também sofreu impactos significativos, com 555.040 hectares afetados, dos quais 288.016 hectares considerados perdidos, afetando 365.784 agricultores. Em termos de fauna, 530.998 animais morreram ou foram afetados, incluindo bovinos, caprinos e aves; além disso, 7.845 quilómetros de estrada, 36 pontes e 123 aquedutos foram impactados.
Desde outubro, o INGD ativou 149 centros de acomodação, que acolheram 113.478 pessoas; 41 centros continuam ativos, com pelo menos 33.905 pessoas ainda a necessitar de apoio.
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