- O último comboio da Linha do Oeste, vindo de Coimbra para Caldas da Rainha, chegou às Caldas da Rainha às 22h29 de 27 de janeiro, com 31 minutos de atraso.
- Dias depois, ventos fortes e chuva causaram danos na via férrea, deixando a linha interditada desde então.
- A CP alega dificuldade em alugar autocarros para substituir os comboios suprimidos.
- A Rodoviária do Oeste afirma ter sempre dado resposta aos pedidos de substituição, contestando a posição da CP.
- A interrupção persiste sem a implementação de um serviço rodoviário de substituição previsto no contrato de serviço público.
O que aconteceu: a Linha do Oeste continua sem serviço rodoviário de substituição, apesar de haver danos graves na via-férrea após a tempestade Kristin.
Quem está envolvido: a CP alegou dificuldades em alugar autocarros para substituir comboios. A Rodoviária do Oeste rebateu, afirmando que sempre respondeu aos pedidos de substituição.
Quando: o último comboio a circular na linha foi a 27 de janeiro, chegando às Caldas da Rainha às 22h29, com 31 minutos de atraso. Poucas horas depois ocorreu a intempérie que causou os danos.
Onde: na linha que liga Coimbra às Caldas da Rainha, hoje interditada devido aos danos na infraestrutura.
Porquê: a interrupção deve-se aos danos provocados pela tempestade Kristin, que impediram a circulação normal de comboios e a implementação de meios rodoviários substitutos.
Desdobramentos: a CP não conseguiu manter o serviço público de transporte da linha, enquanto a Rodoviária do Oeste sustenta ter respondido aos pedidos de substituição. A situação mantém-se sem perspetiva de retoma imediata.
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