- A Associação Nacional de Laboratórios Clínicos (ANL) saudou a publicação da atualização das tabelas dos meios complementares de diagnóstico para o setor convencionado, que estavam congeladas há 10 anos.
- A atualização atende a uma reivindicação da ANL, relativa ao valor dos atos convencionados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), como as análises clínicas.
- A ANL afirmou que a revisão reconhece as preocupações sobre a erosão da rede de laboratórios, fundamental para o acesso aos cuidados de saúde pela sua proximidade e capacidade.
- A associação destacou que as análises clínicas são essenciais para o diagnóstico, rastreio e monitorização, e para permitir ao SNS mobilizar capacidade instalada fora do sector público quando necessário.
- Em julho, a ANL já tinha alertado para o incumprimento reiterado da revisão das tabelas e apelado a uma atualização urgente.
A Associação Nacional de Laboratórios Clínicos (ANL) saudou hoje a publicação da atualização das tabelas dos meios complementares de diagnóstico para o sector convencionado. A medida, que estava congelada há 10 anos, foi anunciada após o despacho publicado no Diário da República.
A ANL destaca que as análises clínicas são uma condição essencial ao funcionamento do sector, pois o diagnóstico orienta decisões clínicas, rastreios e monitorização. A associação afirma que a rede atual, por ser próxima e de fácil acesso, é key no acesso aos cuidados de saúde.
A atualização surge após a INFORMAÇÃO de julho, quando a ANL já apontava incumprimento reiterado da revisão das tabelas. A associação apelou para uma atualização urgente e vincada, para evitar erosão da rede convencional.
Impacto no SNS e no acesso
Segundo a ANL, a revisão corrige valores de actos convencionados com o SNS, incluindo as análises clínicas. A instituição afirma que a estabilidade da rede é crucial para o acesso rápido aos cuidados, evitando lacunas na prestação.
A ANL sustenta ainda que a liberdade de escolha dos cidadãos fica fortalecida com uma rede territorial equilibrada. O objetivo é manter a capacidade instalada disponível, mesmo quando o sector público está face a desafios.
A atualização, publicada no Diário da República, é apresentada pela associação como reconhecimento das preocupações já sinalizadas pelos laboratórios. O texto não especifica prazos de implementação adicionais.
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