- Uma juíza federal dos Estados Unidos, Aileen Cannon, proibiu permanentemente a divulgação de um relatório do procurador especial Jack Smith sobre a acumulação de documentos confidenciais na residência de Mar-a-Lago, na Florida.
- Cannon aceitou o pedido de Donald Trump para manter o relatório em segredo.
- Jack Smith e a equipa redigiram o relatório em dois volumes sobre as investigações.
- As investigações visam as tentativas de Trump de reverter o resultado das eleições de 2020 e a retenção de documentos confidenciais na sua propriedade em Palm Beach, após deixar a Casa Branca em janeiro de 2021.
- O relatório surge no contexto de potenciais riscos jurídicos para Trump.
Uma juíza federal dos EUA proibiu, nesta segunda-feira, a divulgação permanente de um relatório do procurador especial Jack Smith sobre a acumulação de documentos confidenciais por Donald Trump na residência de Mar-a-Lago, na Florida.
A decisão foi tomada pela juíza distrital Aileen Cannon, que recebeu o pedido de Trump para manter o relatório em segredo. Cannon foi nomeada para o cargo pelo próprio ex-presidente.
O relatório, elaborado em dois volumes, analisa as investigações sobre as tentativas de reverter o resultado das eleições de 2020 e a retenção de documentos confidenciais na propriedade em Palm Beach, após a saída de Trump da Casa Branca.
Smith e a sua equipa redigiram o relatório no âmbito de investigações criminais em curso, com foco nos procedimentos relativos aos documentos classificados e às ações para influenciar o resultado eleitoral de 2020.
A decisão impede a divulgação pública do relatório, mantendo todas as conclusões sob sigilo. A defesa de Trump e autoridades envolvidas não divulgaram comunicados adicionais.
Entre na conversa da comunidade