- Advogada é suspeita de introduzir droga no Estabelecimento Prisional do Porto.
- O fenómeno de tráfico de droga nas prisões é descrito como persistente, sem nunca desaparecer.
- Dados indicam que 63% dos reclusos já tinham consumido droga alguma vez na vida.
- 39% tinham consumido droga nos 30 dias anteriores à avaliação.
- Ainda dentro das grades, 32% continuavam a fazê-lo, sendo que 20% o fizeram nos 30 dias anteriores.
A advogada foi detida sob suspeita de introduzir droga no Estabelecimento Prisional do Porto. A prisão foi comunicada pelas autoridades à imprensa, sem detalhar o tipo de substância ou o método alegadamente utilizado.
A operação envolve elementos da repressão criminal e da direção prisional, que estiveram a investigar sinais de contrabando. A detenção ocorreu recentemente, em contexto de alterações recorrentes no fluxo de droga nas prisões portuguesas.
O caso evidencia um fenómeno que persiste dentro das prisões: a droga entra, de forma contínua, no meio carcerário. A notícia chega numa altura em que surgem números sobre consumo entre reclusos.
Dados apresentados por entidades de fiscalização indicam que 63% dos reclusos já usaram droga ao longo da vida, e 39% reportaram uso nos 30 dias anteriores à comparação. Os números atualizam-se com frequência.
Segundo os dados, 32% dos detidos continuam a consumir droga atrás das grades, e 20% admitiram uso nos 30 dias anteriores. As estatísticas reforçam a perceção de que o fenômeno não desaparece.
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