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Circulação entre Coimbra e Figueira da Foz retomada na terça

Circulação entre Coimbra e Figueira da Foz retoma na terça-feira, com a rede ainda sujeita a constrangimentos devido à passagem de Kristin, afetando mobilidade regional

Circulação ferroviária entre Coimbra e Figueira da Foz retomada na terça-feira
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  • A circulação ferroviária entre a Figueira da Foz e Coimbra vai ser retomada na terça-feira, anunciou a Câmara Municipal da Figueira da Foz, com base em informação da CP.
  • A CP informou que, devido ao mau tempo, a Linha da Beira Baixa continua suspensa, com apenas utilizados regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.
  • Mantêm-se suspensas as linhas do Douro (Régua a Pocinho) e do Oeste; os urbanos de Coimbra circulam entre Coimbra-B, Alfarelos e Coimbra-B.
  • O temporais Kristin, Leonardo e Marta provocaram 18 mortos, centenas de feridos e desalojados, bem como danos materiais generalizados.
  • A situação de calamidade que cobria 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro.

A Câmara Municipal da Figueira da Foz anunciou hoje que a ligação ferroviária entre a Figueira da Foz e Coimbra será retomada na terça-feira. A informação foi partilhada pelo município nas redes sociais, com base em dados da CP – Comboios de Portugal.

Quase um mês depois da passagem da tempestade Kristin, persistem constrangimentos ou suspensões em várias linhas da CP. O mau tempo manteria ainda algumas circulações limitadas a trechos regionais.

Na prática, a CP informou que a Linha da Beira Baixa continua suspensa em grande parte do trajeto, circulando apenas comboios regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes.

Situação atual das linhas

A circulação está também suspensa na linha do Douro entre Régua e Pocinho, bem como na linha do Oeste. Os urbanos de Coimbra operam apenas no trajeto Coimbra-B – Alfarelos – Coimbra-B.

Entre as consequências diretas do temporal, registaram-se 18 mortos em Portugal, provocados pelas depressões Kristin, Leonardo e Marta. As vítimas integram o conjunto humano atingido pelo fenómeno.

As consequências materiais incluíram a destruição de habitações, empresas e infraestruturas, bem como cortes de energia, água e comunicações. As regiões mais afetadas foram Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo.

A situação de calamidade que abrangia 68 concelhos terminou a 15 de fevereiro, segundo informações oficiais. As autoridades continuam a acompanhar a recuperação das regiões afetadas.

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