- A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) anunciou a instalação de seis novas torres de videovigilância contra incêndios rurais no distrito de Portalegre, num investimento acima de 685 mil euros.
- As torres ficarão nos concelhos de Ponte de Sor, Crato, Alter do Chão, Gavião e Nisa, escolhidos com base num estudo técnico no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso do Recurso (POSEUR).
- O sistema já inclui duas torres e centros de controlo interligados com a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC); as unidades existentes situam-se na Serra de São Mamede, em Portalegre e Marvão.
- O sistema usa câmaras térmicas e de espectro visível para identificar rapidamente focos de ignição, reduzindo o tempo de resposta.
- A CIMAA afirma que o projeto reforça a prevenção, facilita a coordenação entre municípios, forças de segurança e serviços de proteção civil, contribuindo para a gestão integrada de riscos no Alto Alentejo.
O sistema de videovigilância contra incêndios rurais no distrito de Portalegre vai ganhar seis novas torres, num investimento superior a 685 mil euros, anunciou hoje a CIM Alto Alentejo (CIMAA). A iniciativa visa reforçar a deteção de focos de incêndio, assegurando resposta mais rápida.
Em comunicado, a CIMAA explica que as torres vão ficar nos municípios de Ponte de Sor, Crato, Alter do Chão, Gavião e Nisa, selecionadas com base num estudo técnico do POSEUR. O objetivo é melhorar a coordenação entre entidades e serviços de proteção civil.
A CIMAA recorda que já existem duas torres e centros de controlo operacionais interligados com a GNR e a ANEPC. Os dois sistemas instalados situam-se na Serra de São Mamede, nos concelhos de Portalegre e Marvão.
Expansão do sistema
O sistema utiliza câmaras térmicas e de espetro visível para identificar rapidamente fumo ou ignições, reduzindo o tempo de resposta. O reforço contribui para a gestão integrada de riscos no Alto Alentejo.
Além disso, o projeto reforça a prevenção e a coordenação entre municípios, forças de segurança e serviços de proteção civil, mantendo a população informada de forma eficaz. Fonte da CIMAA confirmou os detalhes à agência Lusa.
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