- A circulação na A1 entre Coimbra Norte e Coimbra Sul foi restabelecida, de forma condicionada, a partir das 19h30 desta segunda-feira, com tráfego limitado a uma via por sentido num troço de cerca de 2 quilómetros.
- A solução temporária resulta da conclusão dos trabalhos de estabilização da laje de transição na plataforma Sul / Norte e visa minimizar o impacto na mobilidade, dada a importância da A1.
- Durante a fase de obras, as portagens não serão cobradas em todo o sublanço entre os nós de Coimbra Norte e Coimbra Sul.
- A avaliação técnica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil foi favorável e o Instituto de Mobilidade e Transportes confirmou a solução que permite manter ligação entre Lisboa e Porto pela principal auto-estrada do país.
- A intervenção no rio Mondego, após o rebentamento do dique de Casais, continua a ser uma etapa indispensável para a reparação definitiva do dique, do canal condutor geral e da estrada, com prioridade total à segurança.
A circulação na A1 foi restabelecida entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, mas de forma condicionada. A solução temporária está limitada a uma via por sentido, em um troço de cerca de 2 km. A data de acesso foi anunciada pela concessionária Brisa.
A medida entra em vigor a partir das 19h30 desta segunda-feira. A Brisa explicou que o objetivo é minimizar o impacto para os utilizadores, dada a importância estratégica da A1 para a mobilidade nacional.
Condições de circulação
A faixa restante que não sofreu danos estruturais passa a ser a única via disponível em cada direção. Não há cobrança de portagens na extensão do sublanço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, até à conclusão das obras.
A decisão foi objeto de avaliação técnica pelo LNEC e teve aprovação do IMT, segundo a Brisa. A intervenção pretende manter a ligação entre áreas de Lisboa e Porto, após o abatimento da plataforma no quilómetro 191.
Contexto técnico e ambiental
No fim de semana, o Ministério do Ambiente comunicou a conclusão provisória da intervenção no dique de Casais. A APA coordenou a operação para restabelecer a estanquidade do dique, visando permitir a drenagem de terrenos inundados.
A Brisa reforçou que todas as intervenções priorizam a segurança de trabalhadores e utilizadores. Os condutores são avisados para respeitar a sinalização temporária implementada.
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